De acordo com o projeto, fica proibido o consumo de tabaco em “áreas fechadas de locais de trabalho e públicos”, como bares, restaurantes, shoppings, lojas, parques, estádios, cafeterias, discotecas, hotéis, feiras, cassinos, e áreas de espera e onde são realizados eventos que reúna grandes massas.
A proposta também proíbe as companhias do tabaco de anunciar seus produtos em meios de comunicação, como “rádio, televisão, cinema, jornais, revistas ou em qualquer documento de difusão em massa”.
Com a aprovação da lei, o futebol colombiano terá de buscar, em um prazo de um ano, outra fonte de financiamento para os campeonatos da primeira e segunda divisões, atualmente patrocinados por uma empresa do setor.
Antes da aprovação do projeto, o presidente da Divisão Maior do Futebol Colombiano (Dimayor), Ramón Jesurún, se mostrou contrário à lei.
“Respeitamos a lei, mas não concordamos com ela. A saúde e a educação em nosso país sempre foram financiadas pelas bebidas, os jogos de azar e o tabaco”, disse.
A iniciativa terá de ser novamente discutida, porque os textos aprovados pela Câmara de Deputados e o Senado são diferentes, e posteriormente, passará à sanção presidencial.