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Senado americano veta verba para fechamento de Guantánamo

Arquivo Geral

20/05/2009 0h00

O Senado americano negou hoje ao presidente dos Estados Unidos, prescription Barack Obama, viagra dosage os US$ 80 milhões que ele tinha pedido para o fechamento da prisão de Guantánamo, depois que os líderes democratas decidiram não apoiar o líder.

A Câmara Alta aprovou uma emenda que proíbe o uso do dinheiro para prender ou libertar nos Estados Unidos qualquer uma das aproximadamente 240 pessoas detidas em Guantánamo.

A Câmara de Representantes (Câmara Baixa) já ratificou uma medida semelhante e pediu ao Governo para apresentar um plano detalhado sobre o que será feito com os prisioneiros, antes de aprovar os recursos para implementar a proposta.

Hoje, 90 senadores votaram a favor da emenda, impulsionada pelo presidente da Comissão de Dotações Orçamentárias, o democrata Daniel Inouye, e pelo republicano James Inhofe, frente a seis contra.

O resultado era previsto, depois que ontem os líderes democratas do Senado decidiram ignorar os argumentos da Administração e ficar ao lado dos republicanos, que estão há semanas atacando Obama por causa de seu plano de fechar Guantánamo.

A maioria dos legisladores democratas ainda apoia o fechamento da prisão, mas quer ver como será realizado antes de financiá-lo, enfatizou o líder da maioria, Harry Reid

Os republicanos sustentam que Obama colocou o simbolismo do fechamento da prisão de Guantánamo na frente da segurança dos americanos, e que o encerramento do local tornará o país menos seguro.

Mesmo assim, o porta-voz presidencial, Robert Gibbs, insistiu em que o Governo tem intenção de cumprir a ordem executiva assinada por Obama dois dias após chegar à Casa Branca que marca o dia 22 de janeiro de 2010 como data limite para o fechamento do centro de detenção.

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    Senado americano veta verba para fechamento de Guantánamo

    Arquivo Geral

    20/05/2009 0h00

    O Senado americano negou hoje ao presidente dos Estados Unidos, online Barack Obama, os US$ 80 milhões que ele tinha pedido para o fechamento da prisão de Guantánamo, depois que os líderes democratas decidiram não apoiar o líder.

    A Câmara Alta aprovou uma emenda que proíbe o uso do dinheiro para prender ou libertar nos Estados Unidos qualquer uma das aproximadamente 240 pessoas detidas em Guantánamo.

    A Câmara de Representantes (Câmara Baixa) já ratificou uma medida semelhante e pediu ao Governo para apresentar um plano detalhado sobre o que será feito com os prisioneiros, antes de aprovar os recursos para implementar a proposta.

    Hoje, 90 senadores votaram a favor da emenda, impulsionada pelo presidente da Comissão de Dotações Orçamentárias, o democrata Daniel Inouye, e pelo republicano James Inhofe, frente a seis contra.

    O resultado era previsto, depois que ontem os líderes democratas do Senado decidiram ignorar os argumentos da Administração e ficar ao lado dos republicanos, que estão há semanas atacando Obama por causa de seu plano de fechar Guantánamo.

    A maioria dos legisladores democratas ainda apoia o fechamento da prisão, mas quer ver como será realizado antes de financiá-lo, enfatizou o líder da maioria, Harry Reid

    Os republicanos sustentam que Obama colocou o simbolismo do fechamento da prisão de Guantánamo na frente da segurança dos americanos, e que o encerramento do local tornará o país menos seguro.

    “Deveríamos manter Guantánamo aberto”, disse Inhofe, em entrevista coletiva junto com alguns colegas republicanos, que estavam exultantes com o resultado.

    “Tudo o que (os detidos) têm ali é provavelmente melhor do que o que a maioria deles merece”, acrescentou Inhofe.

    Os democratas não se mostram tão extremos quanto os republicanos e exigem do Governo uma explicação detalhada de que fará com os detidos.

    “Nós, democratas, não vamos fechar Guantánamo sem um plano responsável que coloque a segurança dos americanos em primeiro lugar e também não permitiremos que nenhum terrorista seja libertado dentro dos Estados Unidos”, disse Reid.

    Obama tentará acalmar os seus na quinta-feira, com um discurso no qual exporá as intenções de sua Administração.

    “Entendemos e estamos de acordo em que antes que entregar recursos, o Congresso merece mais detalhes”, afirmou em entrevista coletiva o porta-voz presidencial, Robert Gibbs, após a votação no Senado.

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