Uma situação caótica abateu-se hoje obre os aeroportos britânicos, cialis 40mg ed que ficaram lotados de turistas enquanto as empresas aéreas viam-se obrigadas a adotar medidas de segurança mais rígidas em meio à operação lançada para evitar um suposto plano de atentados contra aviões.
Mas, enquanto as alas de embarque permaneciam lotadas devido ao cancelamento ou ao atraso dos vôos, bagagens de mão e bebidas eram barradas e passageiros com bebês, obrigados a provar em público a comida deles, a atmosfera geral era de resignação.
"Hoje em dia, viajar é isso. É algo que a gente precisa fazer e há um risco envolvido. E, se eles estão intensificando a segurança dessa forma, estamos, provavelmente, mais seguros do que normalmente", disse Dale Rosser, 57 anos, em uma fila no aeroporto de Heathrow para pegar um vôo de volta a Michigan.
Mas as informações conflituosas circulando pelos aeroportos não ajudava em nada. Algumas pessoas viram-se obrigadas até mesmo a jogar fora livros que traziam consigo para a viagem.
"A situação está sendo administrada de forma bastante precária. Não temos qualquer tipo de informação", afirmou Timo Haikonen, 57, vindo de Helsinque e a caminho de Chicago, onde passaria suas férias.
"Tenho um computador e tenho bebida alco ólica comigo. Cinco minutos atrás ouvi que não teríamos permissão de embarcar com isso. Quais alternativas estão disponíveis? Onde eu deveria colocar essas coisas? Ninguém me falou o que aconteceu", acrescentou.
Enquanto os passageiros aproximavam-se de um posto de controle de segurança no terminal três, um dos principais pontos de embarque para vôos que partem rumo aos EUA, uma autoridade lhes dizia: "Nada de bebidas, nada de livros, nada de chiclete e nada de comidas." Não eram fornecidas mais explicações.
Apesar de Heathrow, o aeroporto internacional mais movimentado do mundo, ter sido duramente atingido pelas medidas de segurança, outros grandes aeroportos da Grã-Bretanha eram palco de cenas semelhantes.
O aeroporto de Manchester, outro ponto importante de saída de vôos para os EUA, registrava vários atrasos. E, no aeroporto Stansted, ao norte de Londres, vários vôos estavam atrasados e 40 deles tinham sido cancelados.
"No auge do rush matinal, tudo estava bastante lotado. Mas a maior parte dos passageiros está se mostrando bastante compreensiva e cooperando", disse uma porta-voz do aeroporto Stansted.
Muitos passageiros pareciam aceitar que a inconveniência de um atraso era um pequeno preço a pagar por sua segurança.
"O plano inicial (de atentados) foi frustrado. Estamos felizes com o fato de as forças de segurança terem cuidado disso e com o fato de estarmos vivos", afirmou em Heathrow Blair Ahearn, 47 anos, de Chicago. "As coisas poderiam ser bem piores do que aeroportos lotados e longas filas."
Leia também:
Bush estava informado sobre plano de ataque desde domingo
Número de presos na Grã-Bretanha foi de 24, Paquistão também deteve suspeitos
Empresas aéreas dos EUA cancelam vôos para a Grã-Bretanha
Bush fala em guerra contra fascistas islâmicos
Ameaça de explosivo líquido em avião lembra plano de 1995
Frustrado suposto seqüestro de vôo para o Catar, afirma testemunha
Grã-Bretanha e EUA emitem regras de segurança aérea
Companhias européias cancelam vôos após ameaça em Londres
EUA dizem que plano contra aviões pode ter elementos da Al Qaeda
Plano para explosão de aviões assusta investidores europeus
Suspeitos de organizar atentado estão sob custódia na Grã-Bretanha
Segurança redobrada provoca caos em aeroportos britânicos
EUA tomam medida inédita e elevam alerta aéreo para vermelho
Grã-Bretanha diz ter impedido plano de explodir aviões