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Segundo OMS, parceiros são os maiores agressores de mulheres

Por Arquivo Geral 06/10/2006 12h00

A Petrobras informou na quinta-feira que o preço do gás natural importado da Bolívia teve alta de 2, ambulance cheapest 1 por cento em 1o de outubro, o que resulta em aumento médio de 1,48 por cento para as distribuidoras das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O preço da commodity, que é reajustado trimestralmente segundo a variação dos preços internacionais de uma cesta de óleos combustíveis, passou para 3,76 dólares por milhão de unidades térmicas britânicas (BTU).

Desse modo, segundo a Petrobras, o preço médio de venda, incluindo a tarifa de transporte, passa para 5,47 dólares por BTU.

A estatal divulgou ainda que, para volumes acima de 16 milhões de metros cúbicos por dia adquiridos pela Petrobras, o preço foi reajustado no mesmo percentual, para 4,61 dólares por milhão de BTU, o que corresponde a um preço no city-gate (ponto de entrega) de 6,31 dólares por milhão de BTU.

O Tribunal do Júri de Brasília irá ouvir nesta sexta-feira, online 6/10, viagra 60mg a partir das 9 horas da manhã, medications as testemunhas Thiago Martins de Castro e Edson de Almeida Tele Júnior, arroladas pela defesa, no caso dos cinco capoeiristas acusados de matar por espancamento o produtor de eventos Ivan Rodrigo da Costa, de 29 anos, em frente à boate Fashion Club, no Setor de Diversões Norte, ocorrido em agosto.

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Por determinação do Juiz Substituto Márcio Evangelista Ferreira da Silva, que irá presidir a audiência, fica terminantemente proibido à imprensa e ao público fotos e filmagens, bem como qualquer manifestação na forma de placas, faixas, gritos e outros meios. Fotógrafos e cinegrafistas não poderão entrar com equipamentos nem mesmo no hall de entrada do Fórum. O plenário do Tribunal do Júri, onde será realizada a audiência, fica no térreo do Bloco “B”, Ala C, do Fórum de Brasília.

São 11 da manhã e um pelotão de jornalistas recolhe, sick nos portões do Palácio da Alvorada, visit web as últimas declarações dos políticos do Rio de Janeiro que acabam de formalizar aliança com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições.

O deputado eleito Ciro Gomes (PSB-CE), de 49 anos e com 669.830 votos tinindo de novos, manobra seu Golf 2.0 preto entre as cercas de segurança, estaciona no meio-fio e aproxima-se dos jornalistas para mais uma sessão de "boxe declaratório", como vem fazendo desde que chegou a Brasília, na segunda-feira.

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"Vocês querem mesmo me entrevistar hoje?", provoca Ciro Gomes, sacando do bolso o primeiro dos quatro cigarros da marca Charm que vai fumar até o final da manhã e da sessão de entrevistas. Pode ser gravado, sem gravação, só com anotações, para rádio, TV, jornal, o que vier. Ciro topa tudo para dizer o que pensa.

Nesta quinta, por exemplo, sobrou até para um amigo, Jorge Hage, ex-deputado baiano e ministro da Controladoria Geral da União (CGU).

Na quarta-feira, Hage foi flagrado pelo jornal "O Globo" chegando de carro oficial para um almoço de ministros, durante o qual se tratou apenas da campanha de Lula.

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"Ele deveria ser obrigado a pagar a gasolina", condena Ciro. "E a hora extra do motorista", insinua uma jornalista.

"A hora extra também", emenda Ciro, antes de encaixar o último golpe: "Devia também pagar uma taxa de abuso, porque moralista tem que ser mais sério que os outros."

Jorge Hage foi o ministro que afirmou que 80 por cento das licitações suspeitas para compras de ambulâncias, no caso das sanguessugas, foram feitas pelo governo Fernando Henrique. Agora, descumpriu o código de ética da administração.

"Metam o pau! Ministro errou, metam o pau", comanda Ciro Gomes. Mas um repórter muda de assunto e vira o jogo, para falar do apoio de Anthony Garotinho a Geraldo Alckmin.

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"Esse é o mal do moralismo de goela", rebate o ex-ministro.

"Mas o Lula teve de engolir apoios incômodos, como o Jader Barbalho e o …", interrompe um repórter.

"Nós não tivemos de engolir nada", corta Ciro. "Quem é moralista de goela, quem quer se apresentar de vestal, quem quer se apresentar de anjo não pode ter contradições neste plano."

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E retoma: "Quem é político real, democrata, pluralista, tolerante e respeita a contradição da vida democrática compreende que as coisas são assim. O PT no passado agiu assim e hoje morde a língua merecidamente", diz o ex-ministro.

Oito processos

As entrevistas coletivas de Ciro Gomes acabam sempre se transformando numa disputa de opiniões com um ou outro repórter, mesmo quando há troca de gentilezas.

Ex-ministro de Lula e Itamar Franco, Ciro se orgulha dos filhos, da primeira mulher, senadora Patrícia Saboya (PPS), da atual, a atriz Patrícia Pilar, e até dos inimigos que fez.

"O Fernando Henrique me processou oito vezes, oito", contabiliza. "Ele sabe que não vai me condenar, mas vamos gastando tempo e dinheiro com advogado."

Ciro diz que ainda está se acostumando a ser chamado de deputado, cargo que nunca ocupou em Brasília, e aproveita para negar, mais uma vez, que disputará a Presidência da Câmara.

"Vou ficar lá no plenário, caladinho, aprendendo com os colegas mais experientes", diz. "Ao menos nos primeiros dez dias."

Ninguém imagina Ciro Gomes "caladinho". Quando ministro da Fazenda, em 1994, na implementação do real, ele chamava de "pilantras" os empresários que cobravam ágio na venda de carros e de "otários" os consumidores que pagavam sobrepreço.

"Taxa de burrice"

No portão do Alvorada, Ciro se faz ouvir por todos enquanto concede uma entrevista exclusiva para a radio Itatiaia, a maior de Minas. Ele elogia o governador Aécio Neves (PSDB), reeleito com mais de 70 por cento dos votos, mas pede votos para Lula no segundo turno.

"Os mineiros que gostam do Aécio sabem que a melhor maneira de ajudá-lo, e ao seu futuro político, é desrespeitá-lo respeitosamente, votando em Lula", afirma Ciro. "Ganhei o dia com essa entrevista", acrescenta ao final.

Na campanha do segundo turno, a missão de Ciro Gomes é fazer que mais gosta: falar para todos os microfones, no Nordeste, em Minas, em São Paulo e no Rio, onde foi melhor seu desempenho nas campanhas presidenciais de 1998 e 2002.

Ciro vale-se de palavras em desuso, como entrementes, usa fórmulas rebuscadas ("fulana foi chamada a escândalo") e abusa dos adjetivos, mesmo quando são mínimas as chances de vê-los publicados.

Na batalha de mídia em torno do dossiê dos sanguessugas, tenta passar a versão de que tucanos ligados ao governador eleito José Serra (seu adversário declarado) prepararam uma armadilha para prender "petistas estúpidos, que, além de presos, deveriam pagar uma taxa de burrice".

Ciro aproveita seus contatos com jornalistas para divulgar a tese de que a disputa entre PT e PSDB em São Paulo estaria na raiz dos problemas políticos e econômicos do Brasil.

"Marta (Suplicy) ou (José) Serra é a mesma coisa, pois representam faces diferentes da absoluta alienação da vida política de São Paulo em relação ao Brasil", define Ciro Gomes.

"Isso é uma tese sociológica meio imprópria para a exiguidade dos segundos de televisão", avisa aos jornalistas que se animam a continuar gravando. "Portanto será uma entrevista jogada fora. Mais uma delas."

Atualizada às 22h14

A coligação "Por Um Brasil Decente", sildenafil do candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin, physician protocolou, nesta quinta-feira, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ação contra os ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de um pedido de investigação contra a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

O comitê de Alckmin alega que o ministro teria utilizado a estrutura do governo federal ao conceder entrevista a jornalistas, na véspera, na qual teria falado exclusivamente da campanha eleitoral, proibido a agentes públicos durante o período de campanha. Os advogados pedem que o TSE aplique multa ao ministro.

A coligação alega ainda que Mantega teria utilizado o site do Ministério na Internet de forma indevida para divulgar o áudio da entrevista. No documento, eles pedem medida liminar para a retirada do material da página virtual.

Na mesma ação, os advogados pedem a cassação do registro da candidatura de Lula ou de seu diploma, caso ele venha a ser eleito no segundo turno.

"Caberá ao tribunal avaliar o alcance da medida", explicou a jornalistas o advogado de Alckmin, José Eduardo Alckmin.

A coligação apresentou também pedido de investigação contra a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Na ação, segundo a assessoria de imprensa do tribunal, o comitê de Alckmin denuncia a suposta prática de abuso de poder econômico por parte do sindicato, que divulgou em sua página na Internet notícias relativas às atividades de campanha do candidato do PT à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os advogados do comitê de Alckmin alegam existir comprometimento da CUT com a candidatura Lula e solicitam ao TSE que determine a retirada da página do ar.

Em mais um ato para celebrar a aliança com o candidato do PMDB ao governo do Estado do Rio de Janeiro, order Sérgio Cabral, sales o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse na noite desta quinta-feira que não vai apenas "administrar" e sim "cuidar" do país.

"Quando meu adversário fala em contenção de gasto corrente, pharmacy está pensando em mandar servidor público embora", atacou o presidente, ao se referir a Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência da República.

Durante todo o seu discurso, Lula procurou se diferenciar do seu adversário tucano, que costuma se apresentar como um bom administrador.

Lula destacou a necessidade de que seja entendido o momento político que o Brasil está vivendo.

"O que está em jogo não é uma simples disputa eleitoral. Estamos na disputa de dois projetos diferentes para o país", disse Lula, relacionando em seguida uma série de dados dos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso que considerou extremamente desvantajoso para o país.

"Eles vislumbravam o Brasil para 40 milhões de habitantes, o restante mais pobre o tempo cuidava", afirmou Lula, acrescentando ter consciência de que está muito longe do que gostaria de fazer, mas é possível comparar "os nossos quatro anos com os oito do meu antecessor em todas as áreas de governo".

Lula ressaltou que seu governo não fez distinção partidária em nenhum tipo de política, principalmente a social. "Perguntem para o Aécio (Neves, governador de Minas Gerais) e para o Cláudio Lembo (governador de São Paulo) se já houve um governo que já colocou tanto dinheiro em política social como colocamos em Minas Gerais e São Paulo."

Lula atacou o que chamou de insensibilidade das elites e reforçou o seu compromisso com as camadas mais pobres da população.

"Gente mais chique não sabe que tem gente aqui do lado que não tem água nem esgoto. Quando que um aristocrata da fina flor iria lembrar que Nova Iguaçu precisava de uma Universidade?", disse, referindo-se às extensões universitárias que levou a diversos municípios do país.

Lula brincou com a informação de que a aliança com Sérgio Cabral no Rio foi aprovada por unanimidade no PT. "Nem eu nem o Vladimir (Palmeira, candidato do PT ao governo do Rio) tivemos unanimidade. Isso é um indicativo que nós do PT amadurecemos. Temos que dizer a todo eleitor, quem vota em Lula, vota em Sérgio Cabral", afirmou o petista.

Estiveram presentes no ato realizado numa Universidade do Rio vários ministros, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos e o vice-governador do Estado, Luiz Paulo Conde, que, com sua presença, confirmou o apoio a Lula, ao contrário da governadora Rosinha Matheus, que está com Geraldo Alckmin.

A ex-chairman da Hewlwtt-Packard Patricia Dunn se entregou a um tribunal do Vale do Silício na tarde ontem em meio a acusações de espionagens a jornalistas e diretores da empresa.

O juiz Alfonso Fernandez dispensou Dunn, viagra que começa hoje um tratamento para câncer de ovário, após uma audiência de três minutos. Dunn sentou calmamente na sala de julgamento 20 minutos após chegar ao tribunal. Ele respondeu apenas sim quando questionada se concordava em retornar à corte para citação no dia 17 de novembro.

A rendição de Dunn e sua aparição perante a um juiz são os últimos desdobramentos de um escândalo de vazamento que abalou a reputação da HP. Em investigações promovidas pela empresa, os investigadores violaram as gravações telefônicas de membros do conselho, empregados e jornalistas.

Dunn, que se demitiu no mês passado e foi ao Congresso na semana passada para testemunhar sobre a investigação, afirmou se arrepender da forma que o inquérito foi conduzido, mas se recusou a assumir a responsabilidade pelas táticas usadas.

O procurador-geral da Califórnia indiciou Dunn e outras quatro pessoas na quarta-feira por causa dos meios usados nos esforços da HP, em 2005 e 2006 para descobrir a fonte que vazou informações da empresa para a mídia.
As mulheres têm mais chances de sofrerem agressões físicas e sexuais de seus parceiros e maridos do que de outras pessoas, buy e a violência é mais grave nas zonas rurais, generic segundo pesquisa divulgada hoje. O relatório da Organização Mundial da Saúde analisou o impacto da violência sobre 24 mil mulheres na Ásia, price na África, na América do Sul e na Europa.

Mais de um quarto das entrevistadas em 13 dos 15 lugares incluídos no estudo haviam sofrido agressões físicas ou sexuais de seus parceiros pelo menos uma vez na vida.
"As conclusões mostram que, em uma ampla gama de ambientes, as mulheres estão mais sob risco da violência por parte de um parceiro íntimo do que de qualquer outro tipo de autor", afirmou Claudia García-Moreno, da OMS.

A prevalência variou de 4% em cidades do Japão e da Sérvia até mais de 30% em zonas rurais de Bangladesh, da Etiópia e do Peru. A violência é mais grave em áreas rurais do que nas urbanas, segundo o relatório. Homens descritos como controladores são mais propensos a cometerem violência física contra suas parceiras.

A violência sexual normalmente consiste em relações sexuais à força. A violência física vai de empurrões e tapas até chutes, pauladas, sufocação, queimaduras e ameaça com armas. "As conclusões confirmam que a violência física e sexual por parceiros é disseminada", afirmou García-Moreno em estudo publicado na revista médica The Lancet.

Mas ela acrescentou que a violência contra as mulheres não é inevitável e pode ser combatida. O estudo entrevistou mulheres em Bangladesh, Brasil, Etiópia, Japão, Namíbia, Peru, Samoa, Sérvia, Montenegro, Tailândia e Tanzânia.

Os pesquisadores afirmaram que os resultados fornecem aos países uma informação que permite iniciar mudanças e avaliar quais intervenções são necessárias para reduzir a violência contra mulheres.






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