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Mundo

Secretário dos EUA diz que próximo G20 priorizará crescimento

Arquivo Geral

17/07/2009 0h00

A prioridade da reunião prevista para setembro do Grupo dos Vinte (G20, order os países ricos e os principais emergentes) é que as políticas contra a crise permitam restabelecer o crescimento econômico, prescription segundo o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, sale Timothy Geithner.

Em entrevistas aos jornais franceses “Le Monde” e “Les Echos” publicadas hoje, Geithner afirma que é preciso dar tempo antes de decidir se é preciso um novo plano de relançamento em seu país, e que o modelo de crescimento global tem que estar mais equilibrado entre os EUA e o resto do mundo.

Junto com as políticas de crescimento, as outras prioridades para o G20 programado em setembro são “verificar que progredimos na reforma do sistema financeiro” e realizar “mudanças mais profundas” nas instituições financeiras internacionais para que a vigilância seja mais rigorosa, afirma.

Sobre o modelo de crescimento global, reconhece que “deve ser mais equilibrado e mais estável”, de modo que “os americanos economizem mais e que os outros países do mundo se orientem a um desenvolvimento do qual a demanda interna tire mais”.

A esse respeito, comemora que se comece a observar um aumento da economia em seu país, que, segundo ele, é “uma mudança durável dos comportamentos”.

Sobre a pertinência de um novo programa de estímulo para sair da crise, responde que “ainda não chegou o momento para tomar esse tipo de decisão”, já que o plano em vigor foi elaborado para um período de dois anos e “seu impacto mais significativo sobre o investimento acontecerá na segunda metade deste ano”.

Sobre o momento em que a economia americana voltará a crescer, lembra que, na maior parte das previsões, está previsto para o quarto trimestre deste ano.

Afirma que nunca acusou os europeus de não ter feito suficientes esforços de estímulo, que foram “substanciais até agora”, enquanto insistiu em que “o que importa é agir juntos”.

O secretário do Tesouro afirma, a respeito das novas gratificações milionárias aos dirigentes de alguns bancos, que “é difícil fazer as pessoas mudarem”, mas se tem que fazer entender que é preciso mudar para conseguir mais estabilidade.

Para isso, diz que sua intenção é trabalhar com o Congresso para realizar “uma reforma geral do sistema financeiro, garantir proteções mais eficazes para os consumidores e construir um sistema financeiro mais estável” o que “implica em mudar as práticas de remuneração para que sejam mais coerentes aos riscos assumidos”.

Frente às acusações de não se ter feito nada perante a desvalorização da moeda americana, Geithner afirma que seu Governo é a favor de “um dólar forte”, que, a seu parecer, continuará sendo “a principal moeda de reserva”.

No entanto, admite que isso “dá uma responsabilidade particular aos Estados Unidos para manter a confiança em nosso sistema financeiro, reduzir nosso déficit fiscal quando a recuperação estiver encarrilhada e incentivar o balanço positivo do Federal Reserve em matéria de estabilidade de preços”.

Geithner defende os “stress tests” (testes de resistência) aplicados aos bancos de seu país, porque, com eles, foram obtidas muitas informações sobre seus balanços.

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