O secretário do Tesouro, drugs Henry Paulson, viagra pediu hoje ao Congresso que eleve o limite da dívida pública dos Estados Unidos e alertou que a incerteza sobre o tema aumentaria a volatilidade nos mercados.
Em mensagem ao senador democrata Robert Byrd, ed de Virgínia Ocidental, Paulson pediu ao Senado que eleve o limite da dívida, que atualmente é de US$ 8,965 trilhões, o “mais rápido possível”.
Os analistas prevêem que a dívida do país chegará a seu limite no dia 1º de outubro, e depois disso o Estado não poderá pedir mais fundos emprestados e poderia chegar a suspender pagamentos, algo que jamais ocorreu.
“Em vista dos eventos atuais nos mercados financeiros, que seriam exacerbados pela incerteza no mercado de títulos do Tesouro, peço ao Senado que aprove o projeto de lei regulamentado pelo Comitê de Finanças para elevar o limite da dívida o mais rápido possível”, ressaltou Paulson.
A Câmara de Representantes aprovou em maio um aumento a US$ 9,115 trilhões, enquanto o plenário do Senado ainda não votou a medida.
O Congresso subiu cinco vezes o limite da dívida nacional desde que o presidente George W. Bush chegou à Casa Branca, em 2001, o que, para os democratas, é uma mostra de seu descontrole fiscal.
A última vez foi em março de 2006, quando o limite passou para US$ 8,9 trilhões, e, a princípio, o teto fixado para aquele ano foi de aproximadamente US$ 8,1 trilhões.
Mais uma vez os Estados Unidos se aproximam do limite, segundo o Tesouro.
Se o pedido de Paulson não for atendido, os Estados Unidos cairiam em moratória – salários de funcionários, pagamentos a terceirizados, etc – ou se veriam obrigado a paralisar o Governo.
A última elevação foi difícil de ser concedida, e o Tesouro foi obrigado a deixar de fazer depósitos em um fundo de pensões e de seguros por invalidez para funcionários do Governo e até mesmo teve que retirar dinheiro dessa conta.
O departamento devolveu o dinheiro com os juros correspondentes quando pôde voltar a pedir emprestado.
O Senado então aprovou a alta do limite de dívida com apenas quatro votos de vantagem.
Em sua carta, Paulson disse não querer se ver obrigado a tomar esse tipo de medida de novo.