Uma família saudita festejou a volta de um de seus membros, decease vindo da base americana de Guantánamo (Cuba), click seis anos após ter recebido um e-mail que informava sobre sua morte em um ataque dos Estados Unidos no Afeganistão.
Biyad al-Auteibi, information pills um dos 16 sauditas que chegaram na segunda-feira a Riad após permanecerem retidos vários anos em Guantánamo, saiu de sua casa na capital saudita em 2000, com 27 anos, para realizar a peregrinação à cidade santa islâmica de Meca, segundo a edição de hoje do jornal Al-Watan.
Seus familiares souberam meses mais tarde que Biyad trabalhava com uma organização de caridade no Afeganistão.
Em 2001, eles receberam um e-mail que informava sobre sua morte em um ataque aéreo dos Estados Unidos contra uma suposta posição da rede terrorista Al Qaeda em território afegão.
A família recebeu os pêsames pela morte de Biyad e esperava que algum dia descobrisse o lugar em que foi enterrado, segundo seu primo Mansur al-Qablan.
Passados vários anos, a Cruz Vermelha Internacional enviou uma mensagem à família, afirmando que Biyad estava detido em Guantánamo, acrescentou Qablan.
O familiar ressaltou que o rapaz “foi submetido a pressões de todo tipo, especialmente psicológicas”.
Nenhum dos membros da família, no entanto, achou que Biyad fosse um terrorista, pois “as detenções incluíram inocentes e culpados”.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou na terça-feira, em comunicado, a repatriação à Arábia Saudita de 16 presos em Guantánamo, que considerou “suscetíveis de serem transferidos” após uma série de “processos de revisão exaustivos” de seus expedientes.
A nota explicou que ainda permanecem em Guantánamo cerca de 80 detidos de várias nacionalidades que são “suscetíveis de serem transferidos ou libertados”.
Aproximadamente 360 pessoas de diferentes nacionalidades, incluindo 53 cidadãos sauditas, continuam presos na base americana em Cuba.
A Arábia Saudita é um dos principais aliados árabes dos Estados Unidos e colabora com o país na luta contra o terrorismo desde os atentados de 11 de Setembro, no qual 15 dos 19 autores eram sauditas.
O Iêmen é outro país árabe que tenta repatriar os mais de cem iemenitas que permanecem em Guantánamo, alguns deles detidos há mais de cinco anos.