O chefe do Estado também expressou seu apoio ao pessoal das Nações Unidas, “gravemente atingido” pelo terremoto, afirmou a Presidência francesa, em comunicado.
“A urgência, atualmente, é socorrer as vítimas, pessoas presas entre os escombros, feridos e desaparecidos”, disse o presidente.
Sarkozy afirmou que deu instruções para enviar pessoal e ajuda humanitária ao país para “participar dos trabalhos de salvamento da população local, e localizar e ajudar, caso necessário”, os franceses desaparecidos.
Dois aviões franceses partirão para o Haiti, um deles a partir da Martinica e outro de Marselha, com pessoal e ajuda humanitária.
“Apesar das dificuldades de comunicação, as autoridades francesas, que estão plenamente mobilizadas em Paris, as Antilhas francesas e através de nossa embaixada no terreno, atuam em contato com as autoridades haitianas, Nações Unidas e outros países diretamente afetados”, afirmou a Presidência.
O secretário de Estado de Cooperação, Alain Joyandet, disse à emissora “France Info” que 60 cidadãos franceses se refugiaram na Embaixada da França em Porto Príncipe, pouco atingida pelo terremoto.
Embora tenha afirmado que é cedo para saber as consequências do terremoto, Joyandet disse que as primeiras informações levam a crer “que muitas casas de madeira foram destruídas”, assim como os edifícios das Nações Unidas e das forças internacionais no país.
“É cedo para saber as consequências, mas tudo faz temer que o balanço que teremos que enfrentar será muito duro, após as inundações que afetaram o país em 2008. Vamos ter de ajudar muito o Haiti”, disse.