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Sarkozy defende postura mais firme da UE em negociações agrícolas na OMC

Arquivo Geral

02/04/2008 0h00

As negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), thumb onde está sendo decidido “o futuro da agricultura”, pharm têm que voltar a ser decida sobre “bases sãs e objetivos claros”, cheapest afirmou hoje o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

“Farei oposição firme a todo acordo que não atenda aos interesses da França”, disse o chefe de Estado em discurso perante o Congresso do principal sindicato agrícola francês, a FNSEA, em Nantes (oeste).

O presidente argumentou que depois de mais de sete anos de negociações “o flagrante desequilíbrio (das negociações) deve levar a uma reflexão mais profunda no seio da União Européia (UE) mas também no da OMC, sobre o futuro das decisões, porque é difícil continuar como se nada tivesse acontecendo”.

“Digo as coisas da forma mais clara: nesta negociação internacional, quero reciprocidade, quero equilíbrio”, reforçou Sarkozy.

Ele acrescentou que escreveu para o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, para lembrá-lo da “linha” que se propõe defender.

Sarkozy, cujo país presidirá a UE no segundo semestre, rejeita que a Europa seja “ingênua”.

“De que serve construir uma política agrícola se a Europa renuncia a defender sua agricultura de produção e sua alimentação, se renuncia proteger a qualidade sanitária e meio ambiental quando todos os demais se defendem e se protegem?”, indagou o chefe de Estado.

O presidente argumentou que a UE não pode “renunciar a atuar” quando os legisladores dos EUA votam a continuidade dos mecanismos de apoio aos agricultores desse país.

“A UE também não pode ignorar os dispositivos iniciados pelos Governos brasileiros e americanos para apoiar, por meio de um dumping fiscal sem precedentes, o desenvolvimento de certos biocombustíveis”.

Sarkozy concluiu que não se pode mais continuar impondo às empresas agrícolas o dumping ambiental, fiscal, que crescem diariamente”.



 

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    Sarkozy defende postura mais firme da UE em negociações agrícolas na OMC

    Arquivo Geral

    02/04/2008 0h00

    As negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), viagra sale onde está sendo decidido “o futuro da agricultura”, price têm que voltar a ser decida sobre “bases sãs e objetivos claros”, cheap afirmou hoje o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

    “Farei oposição firme a todo acordo que não atenda aos interesses da França”, disse o chefe de Estado em discurso perante o Congresso do principal sindicato agrícola francês, a FNSEA, em Nantes (oeste).

    O presidente argumentou que depois de mais de sete anos de negociações “o flagrante desequilíbrio (das negociações) deve levar a uma reflexão mais profunda no seio da União Européia (UE) mas também no da OMC, sobre o futuro das decisões, porque é difícil continuar como se nada tivesse acontecendo”.

    “Digo as coisas da forma mais clara: nesta negociação internacional, quero reciprocidade, quero equilíbrio”, reforçou Sarkozy.

    Ele acrescentou que escreveu para o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, para lembrá-lo da “linha” que se propõe defender.

    Sarkozy, cujo país presidirá a UE no segundo semestre, rejeita que a Europa seja “ingênua”.

    “De que serve construir uma política agrícola se a Europa renuncia a defender sua agricultura de produção e sua alimentação, se renuncia proteger a qualidade sanitária e meio ambiental quando todos os demais se defendem e se protegem?”, indagou o chefe de Estado.

    O presidente argumentou que a UE não pode “renunciar a atuar” quando os legisladores dos EUA votam a continuidade dos mecanismos de apoio aos agricultores desse país.

    “A UE também não pode ignorar os dispositivos iniciados pelos Governos brasileiros e americanos para apoiar, por meio de um dumping fiscal sem precedentes, o desenvolvimento de certos biocombustíveis”.

    Sarkozy concluiu que não se pode mais continuar “impondo às empresas agrícolas o dumping ambiental, fiscal, que crescem diariamente”.

    Em carta ao presidente do Executivo comunitário, Sarkozy afirmou que não existem condições para um acordo nas negociações na OMC e chamou a Comissão para trabalhar para “reequilibrar” a negociação e conseguir “uma verdadeira reciprocidade dos compromissos de acesso aos mercados”.

    Denunciou o “muito preocupante” desequilíbrio das concessões recíprocas “em detrimento” da UE, tanto na parte agrícola e industrial que se está negociando, como para “a economia geral desta negociação”, com a retirada das conversas atuais de temas-chave como os serviços, as regras ou a proteção de indicações geográficas.

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