As negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), thumb onde está sendo decidido “o futuro da agricultura”, pharm têm que voltar a ser decida sobre “bases sãs e objetivos claros”, cheapest afirmou hoje o presidente francês, Nicolas Sarkozy.
“Farei oposição firme a todo acordo que não atenda aos interesses da França”, disse o chefe de Estado em discurso perante o Congresso do principal sindicato agrícola francês, a FNSEA, em Nantes (oeste).
O presidente argumentou que depois de mais de sete anos de negociações “o flagrante desequilíbrio (das negociações) deve levar a uma reflexão mais profunda no seio da União Européia (UE) mas também no da OMC, sobre o futuro das decisões, porque é difícil continuar como se nada tivesse acontecendo”.
“Digo as coisas da forma mais clara: nesta negociação internacional, quero reciprocidade, quero equilíbrio”, reforçou Sarkozy.
Ele acrescentou que escreveu para o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, para lembrá-lo da “linha” que se propõe defender.
Sarkozy, cujo país presidirá a UE no segundo semestre, rejeita que a Europa seja “ingênua”.
“De que serve construir uma política agrícola se a Europa renuncia a defender sua agricultura de produção e sua alimentação, se renuncia proteger a qualidade sanitária e meio ambiental quando todos os demais se defendem e se protegem?”, indagou o chefe de Estado.
O presidente argumentou que a UE não pode “renunciar a atuar” quando os legisladores dos EUA votam a continuidade dos mecanismos de apoio aos agricultores desse país.
“A UE também não pode ignorar os dispositivos iniciados pelos Governos brasileiros e americanos para apoiar, por meio de um dumping fiscal sem precedentes, o desenvolvimento de certos biocombustíveis”.
Sarkozy concluiu que não se pode mais continuar impondo às empresas agrícolas o dumping ambiental, fiscal, que crescem diariamente”.