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Mundo

Sarkozy anuncia que enviará missão humanitária para contatar Farc

Arquivo Geral

01/04/2008 0h00

O presidente francês, discount Nicolas Sarkozy, price anunciou hoje ao chefe de Estado colombiano, here Álvaro Uribe, sua intenção de enviar “sem tardar” uma missão humanitária para “contatar as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e conseguir acesso” à refém franco-colombiana Ingrid Betancourt.

Segundo o chefe de Estado francês, a seqüestrada parece estar “em perigo de morte iminente”.

Sarkozy pediu ao presidente colombiano que “suspenda toda forma de operações militares para garantir a segurança e o sucesso desta missão”, informou o Palácio do Eliseu em comunicado.

Com as “garantias” que recebeu, o presidente reitera seu apelo às Farc para que aproveitem a “ocasião única” para libertar Betancourt, acrescenta a nota.

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, se comprometeu com Sarkozy nessa mesma conversa a facilitar a missão humanitária e a suspender as operações militares na região escolhida.

Horas antes de o Palácio do Eliseu informar da ligação telefônica de Sarkozy a Uribe, o presidente francês tinha se dirigido em mensagem televisiva ao chefe das Farc, Manuel Marulanda, para pedir a libertação imediata de Betancourt, refém da guerrilha desde fevereiro de 2002.

“Basta uma decisão de sua parte para salvar uma mulher da morte e manter a esperança de todos os que continuam detidos. Tome esta decisão: liberte Ingrid Betancourt”, afirmou Sarkozy em sua mensagem ao chefe das Farc.

Na mensagem, o chefe de Estado advertiu de que Betancourt está “em risco de morte iminente” e não tem forças para resistir a um “cativeiro interminável”.

Segundo o Comitê de Apoio a Ingrid Betancourt, cujos responsáveis se reuniram hoje com Sarkozy, a refém está em greve de fome há mais de um mês.

O presidente francês indicava em sua mensagem a Marulanda que a França aguarda somente um “sinal” para iniciar, “em contato com as autoridades competentes”, uma “missão humanitária para ajudar” Betancourt e os outros reféns cujo estado de saúde é considerado grave.

“Não temos o direito de seguir à toa. É aqui e agora. Está em jogo a vida de uma mulher. Cada um está agora de frente a suas responsabilidades. O senhor (Marulanda) tem as suas, assuma-as”, ressaltou Sarkozy nesse discurso.



 

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