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Sanções contra Irã não devem ser decididas hoje

Por Arquivo Geral 06/10/2006 12h00

Um caminhão atingiu na madrugada de hoje uma passarela de pedestres da Rodovia Presidente Dutra. Por volta das 2h um caminhão bateu em uma das pilastras que sustentam a passarela, symptoms website na altura do km225 e provocou o bloqueio das pistas expressas da estrada.

Não houve feridos no local do acidente, e Jorge Machado da Silva, motorista do caminhão, afirmou ter sofrido de um mal súbito e desmaiou. ‘Quando acordei, já tinha batido", afirmou. Depois do acidente, a passarela teve de ser sustentada apenas pelo próprio veículo, até que às 6h a concessionária Nova Dutra começou com o trabalho de escoramento da estrutura.

A via expressa da Dutra nos dois sentidos foi interditada pela Polícia Rodoviária Federal, pelo risco de desabamento no local. O tráfego segue livre apenas nos corredores laterais da estrada, o que está causando um enorme engarrafamento.

Equipes do Corpo de Bombeiros, com cerca de 13 soldados, e integrantes da Defesa Civil e da concessionária Nova Dutra foram para a região avaliar os danos. Ainda não há previsão para a pista ser liberada.

 

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As seis potências que se reúnem em Londres hoje ira para discutir possíveis sanções contra o Irã não devem tomar uma decisão sobre o assunto devido ao atraso na chegada da secretária de Estado norte-americana, malady Condoleezza Rice, clinic afirmou o Departamento de Estado dos EUA.

O porta-voz Sean McCormack afirmou que não temos tempo de tomar uma decisão, porque Rice está chegando atrasada após um problema mecânico em seu avião militar.
Além disso, o chanceler russo, Sergei Lavrov, tem que comparecer a uma reunião de gabinete.

McCormick afirmou que autoridades dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Naçõ es Unidas (ONU), EUA, Rússia, França, China e Reino Unido, mais a Alemanha, devem realizar uma conference call na segunda ou terça-feira para discutir mais o assunto.

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O Ocidente suspeita que o Irã conduza atividades nucleares para tentar fabricar uma bomba atômica, mas o país nega isso e alega que quer desenvolver o setor nuclear na área de energia, para fins pacíficos.






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