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Mundo

Rússia reafirma sua posição em relação ao Kosovo e ao escudo antimísseis

Arquivo Geral

30/05/2007 0h00

Os 129 funcionários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), ed patient em Curitiba, help aderiram hoje à greve nacional. Segundo a presidente da Associação dos Servidores do Incra (Sincra) no Paraná, Irene Neves, os 45 funcionários que trabalham nas unidades avançadas de Francisco Beltrão e Cascavel decidem se entram em greve na próxima segunda-feira. Ela adiantou que a tendência é pela paralisação porque eles apenas aguardavam uma posição da sede.

“Uma das reivindicações que temos é que estas unidades sejam mantidas e até mesmo fortalecidas, e o governo acena com a possibilidade de extinção”, disse a sindicalista. Segundo Irene Neves, são essas unidades que fazem o acompanhamento de cerca de 30 mil processos de regularização fundiária e cuidam da manutenção de 160 assentamentos. “O governo quer fechar estas unidades e abrir uma em outra região, mas nós somos contra”.

Os serviços realizados pelo Incra podem ficar comprometidos nos próximos dias, já que a greve é por tempo indeterminado, disse Irene Neves. Ela destaca que podem ficar comprometidas as vistorias, a emissão de certificado de cadastro de imóveis, a regularização fundiária, serviços em assentamentos e a liberação de créditos para os assentamentos.

Os grevistas reivindicam reajuste do vencimento básico, paridade salarial com outras categorias do serviço público e contratação de pessoal.
 


A Inspetoria da Receita Federal no Rio de Janeiro apreendeu ontem sete contêineres com 98 mil pares de tênis falsificados, sildenafil grande quantidade de bolsas de mão e artigos de papelaria, information pills avaliados em R$ 5 milhões. A informação foi divulgada hoje em nota à imprensa.

A empresa responsável pela importação, cujo nome está sob sigilo, perderá a mercadoria e responderá por contrabando e pirataria. 


A Petrobras venderá, search nos próximos dias, seek um primeiro carregamento de 20 milhões de litros de etanol para a Nigéria, pharm na África. De acordo com a Petrobras, as negociações para a venda de etanol para a estatal petrolífera nigeriana NNPC (Nigerian National Petroleum Corporation) começaram em agosto de 2005. A Nigéria está implantando um programa de adição de 10% de álcool à gasolina comercializada naquele país.

A Petrobras dará ainda apoio técnico à Nigéria para a mistura e o manuseio do álcool, além do treinamento de funcionários da NNPC. A estatal brasileira, no entanto, não prevê investimentos na construção de usinas de produção de etanol ou mesmo de instalações para armazenamento, manuseio e mistura do etanol à gasolina naquele país.

O etanol brasileiro já foi exportado para os Estados Unidos (12 milhões de litros) e para a Venezuela (120 milhões de litros em 2006).


A Rússia reafirmou hoje, information pills diante dos sete países mais industrializados do mundo, sua oposição à resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Kosovo, que propõe uma independência tutelada para a região, e ao posicionamento do escudo antimísseis americano no Leste Europeu.

A reunião realizada hoje em Potsdam (Alemanha) entre os ministros de Assuntos Exteriores dos sete países mais industrializados e a Rússia refletiu as fortes diferenças existentes no grupo em relação ao problema do Kosovo e ao escudo antimísseis.

Na entrevista coletiva ao final do encontro, o ministro de Exteriores russo, Serguei Lavrov, fez duras críticas aos planos americanos de estabelecer um escudo antimísseis no Leste Europeu. Lavrov também recusou se render às pressões dos colegas do G8 de aprovar a resolução sobre o Kosovo no Conselho de Segurança da ONU. “Os temores da Rússia não são ridículos, é um problema muito sério”, disse Lavrov, respondendo a declarações anteriores de sua colega americana, Condoleezza Rice sobre a reação russa ao escudo antimísseis.

Segundo Lavrov, não se trata apenas de criar bases na Polônia e na República Tcheca, mas “o que Estados Unidos estão tentando é estabelecer um sistema de defesa antimísseis completo contra uma suposta ameaça de Coréia do Norte e Irã”. Lavrov afirmou que a ameaça da Coréia do Norte está sendo eliminada através do diálogo de seis lados e acrescentou que todos os relatórios afirmam que o Irã “não tem mísseis de alcance suficiente para representar uma ameaça” para EUA e Europa.

Rice citou declarações do presidente russo, Vladimir Putin, nas quais disse que seu país tem capacidade suficiente para anular qualquer sistema antimísseis, ao que seu colega russo respondeu: “gostaríamos de não ter que demonstrá-lo”.

Nas discussões entre ambos, Rice negou a versão otimista de Lavrov sobre as negociações com a Coréia do Norte e acrescentou que não se deve cantar vitória antecipadamente. Sobre suas declarações em relação ao Irã, Rice disse que o teor da evolução atual não exclui o fato de que o país possa dispor de mísseis em uma década, por isso, argumentou que os EUA têm que se planejar para o futuro.

Em relação ao problema do Kosovo, tido pelos ministros como o último pendente nos Bálcãs após a dissolução da Iugoslávia, as divergências entre a Rússia e os outros países do G8 também foram expostas.

“O Kosovo pode ser o último problema dos Bálcãs, mas também o primeiro de outros problemas. A Rússia não assumirá essa responsabilidade”, disse Lavrov, que, perguntado sobre se a Rússia exercerá o direito a veto no Conselho de Segurança da ONU, respondeu: “espero que não tenhamos que fazê-lo”.

O ministro disse não entender a pressa de seus colegas para tomar uma resolução sobre o Kosovo. “O destino da Sérvia e do Kosovo não deve ser decidido em Nova York, Potsdam ou em outro tipo de reunião, mas em negociações diretas entre as duas partes envolvidas”, disse.

A Rússia defende que o futuro do Kosovo, com 90% da população de origem albanesa, não pode ser decidido contra a vontade dos sérvios, que recusaram o plano elaborado pelo mediador Martti Ahtisaari, que prevê sua independência sob controle internacional.

Enquanto Lavrov defendeu a continuidade das negociações, sua colega americana, após dizer que neste caso não é um problema entre Rússia e EUA, afirmou que o processo de negociação já aconteceu e o resultado não será muito diferente se este for estendido.

“Achamos que o Kosovo, independente de fato, não voltará a ser incorporado à Sérvia. Diante dessa perspectiva é preciso encontrar uma solução que leve à estabilidade nos Bálcãs”, disse.

Sobre quando o Conselho de Segurança se pronunciará em relação ao Kosovo, os outros ministros do G8, que são membros do Conselho, disseram que não há data estabelecida, mas falaram em “dias ou semanas”.

Na reunião houve consenso na análise da situação no Irã, Oriente Médio, Iraque, Afeganistão e Sudão. Em relação ao último, o chanceler francês, Bernhard Kouchner, propôs a seus colegas que a pressão política sobre o Governo de Cartum seja combinada com medidas humanitárias que aliviem o sofrimento da população civil, além da abertura de um corredor humanitário para Darfur vindo de algum país vizinho, como o Chade.

Segundo Kouchner, seus colegas foram receptivos à idéia, sobre a qual disse ter consultado anteriormente o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

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