O homem apontado para ser o próximo primeiro-ministro da Grã-Bretanha, cure here Gordon Brown, more about defendeu hoje que sejam reformadas instituições como a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo Brown, cialis 40mg tais reformas devem garantir que esses organismos sejam um reflexo da nova ordem mundial.
A poucos meses de suceder, conforme se espera, o primeiro-ministro Tony Blair, o atual ministro das Finanças da Grã-Bretanha deu início a uma visita de três dias à Índia apresentando um esboço da política externa dos britânicos durante um governo comandado por ele. A Grã-Bretanha, afirmou, daria apoio aos esforços da Índia para obter uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU.
"Depois de 1990, as pessoas escreveram uma nova ordem mundial. O que elas desejavam era uma nova ordem política no mundo", disse Brown em um discurso proferido diante de industriais reunidos na cidade de Bangalore. "O que não se previu então, mas que se tornou óbvio agora, é o quanto a escala, a velocidade e a natureza da globalização transformariam a ordem econômica mundial e como mudariam, também, a ordem política."
As instituições internacionais teriam de ser reformadas para refletir esse fenômeno. Segundo Brown, grupos como o G-7 e o G-8 deveriam ser ampliados para espelhar a crescente importância de países como a Índia e a China.
"Juntos e com o mesmo espírito, nos concentraríamos na modernização da ONU, garantindo que a entidade desempenhe seu papel corretamente no mundo moderno, incluindo o papel de um eficiente promovedor e preservador da paz."
O FMI e o Banco Mundial também teriam de sofrer alterações para refletir a nova ordem global, passando a se concentrarem na prevenção de crises, e não apenas na solução delas.
A Rússia pediu hoje que os Estados Unidos levantem as sanções financeiras impostas à Coréia do Norte, check disse o novo representante russo nas negociações que envolvem seis países e que tratam das ambições nucleares dos norte-coreanos. "Os EUA deveriam levantar as sanções financeiras, information pills aproximando-se dos norte-coreanos", healing afirmou Alexander Losyukov à agência de notícias RIA, em uma entrevista.
Em 2005, o governo dos EUA impôs sanções para limitar o acesso da Coréia do Norte ao sistema financeiro mundial como resposta às acusações de que o país asiático realizava atividades ilegais, tais como imprimir, anualmente, notas de dólares falsos no valor de 550 milhões.
Fundos de cerca de US$ 24 milhões depositados em contas em paraísos fiscais foram congelados. Segundo o Departamento do Tesouro dos EUA, essas contas vinham sendo usadas para atividades ilegais como a impressão de dólares falsos, o tráfico de cigarros e drogas e a lavagem de dinheiro.
As sanções fizeram com que a Coréia do Norte abandonasse as negociações envolvendo seis países e a Coréia do Sul, a Rússia, a China, o Japão e os EUA tentam convencer os norte-coreanos a abandonarem seu programa de bombas nucleares. Em dezembro, uma rodada dessas negociações realizada em Pequim terminou sem que houvesse avanços.
"O fato de a Coréia do Norte estar transformando essa questão em um obstáculo para as negociações envolvendo os seis países não é um fato totalmente justificado", afirmou Losyukov à RIA. Losyukov foi nomeado, neste mês, vice-ministro das Relações Exteriores, substituindo Alexander Alexeyev, que, até recentemente, comandava a delegação russa nas negociações sobre a Coréia do Norte.
Horas antes, negociadores dos EUA e do país asiático reuniram-se em Berlim para negociar a retomada do processo de discussão sobre o programa de armas nucleares da Coréia do Norte. O secretário assistente de Estado dos EUA, Christopher Hill, descreveu aquele encontro como "proveitoso".