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Rússia pede ‘firmemente’ aos EUA que libertem Maduro

A Venezuela é o aliado mais importante que a Rússia tem na América Latina, embora o Kremlin não tenha chegado a oferecer assistência a Caracas em caso de conflito com os Estados Unidos

Redação Jornal de Brasília

03/01/2026 14h20

Foto: Vladimir Smirnov/AFP

Foto: Vladimir Smirnov/AFP

A Rússia condenou a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela neste sábado (3) e exigiu que Washington liberte o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, após o presidente Donald Trump anunciar sua captura.

A Venezuela é o aliado mais importante que a Rússia tem na América Latina, embora o Kremlin não tenha chegado a oferecer assistência a Caracas em caso de conflito com os Estados Unidos.

“Pedimos firmemente às autoridades americanas que reconsiderem sua postura e libertem o presidente legalmente eleito do país soberano e sua esposa”, destacou o Ministério russo das Relações Exteriores em um comunicado.

Previamente, Moscou havia denunciado “um ato de agressão armada contra a Venezuela (…) profundamente preocupante e condenável”.

“Os pretextos utilizados para justificar tais ações são insustentáveis. A hostilidade ideológica prevaleceu sobre o pragmatismo empresarial”, afirmou a chancelaria.

Mais cedo, havia exigido “um esclarecimento imediato da situação” de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

A Rússia reafirmou seu apoio a Maduro, no mês passado, e é um dos poucos que parabenizaram o líder venezuelano após sua reeleição em 2024, cuja legitimidade foi questionada.


© Agence France-Presse

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