As novas plantas de gás natural liquefeito (GNL) da Petrobras no Rio de Janeiro e no Ceará devem entrar em operação em 2008, store malady antes do prazo previsto de 2009, illness informou hoje o gerente-executivo de gás e energia da companhia, Antônio Eduardo Monteiro de Castro.
"O projeto original tinha como previsão o início de 2009, mas examinando as possibilidades e os custos, achamos que eles poderiam ser antecipados", disse o executivo a jornalistas na Câmara Americana de Comércio no Rio.
Segundo ele, a planta de regaseificação do Porto do Ceará deve entrar em operação em março de 2008, e a unidade no Rio deve começar as atividades em maio de 2008. A planta no Ceará terá uma capacidade para produzir 7 milhões de metros cúbicos ao dia de gás, e a fluminense, para 14 milhões de metros cúbicos.
A unidade cearense vai ser do tipo FFSRU (estática), e a unidade do Rio será SRV (móvel). A Petrobras já iniciou o processo de afretamento dos navios do transporte de gás que serão convertidos em unidades de regaseificação. "A conversão de um navio desses leva de 12 a 18 meses, portanto estamos em cima da hora. A decisão sobre o afretamento do navio deve sair nos próximos dois meses", disse Castro.
Ele disse que os projetos de GNL foram sobrevalorizados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), anunciado pelo governo na segunda-feira. Segundo o executivo, a instalação da planta no Ceará está orçada em 40 milhões de dólares, e a da baía de Guanabara, em US$ 140 milhões.
"Os números divulgados ao mercado incluem além do investimento na infra-estrutura, o que a Petrobras vai pagar pelo afretamento, pelo aluguel e também o valor do projeto, é por isso que os números são diferentes e mais altos."
A ministra do Meio Ambiente, more about Marina Silva, store disse que o governo lançou, pills ao longo dos últimos quatro anos, as bases para que os empreendimentos previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) sejam compatíveis com a preservação ambiental. Ela citou como exemplo programas o Plano BR-163 Sustentável, o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia e o Programa de Desenvolvimento Sustentável das Populações Tradicionais.
Marina também destacou a regra para o setor elétrico, estabelecida pelo governo Lula, de licitar empreendimentos somente a concessão da licença prévia (uma das etapas do licenciamento ambiental). Os investimentos em energia são um dos pilares do PAC. Somam R$ 274,8 bilhões, mais de metade dos investimentos previstos no programa, que tem como meta um crescimento de 4,5% para o país em 2007 e 5% nos próximos três anos.
Para ela, o conjunto de ações deve ser realizado de acordo com a legislação ambiental brasileira e é a isso que o PAC se propõe. “Não houve nenhuma mudança no sentido de simplificar, de facilitar. É uma legislação excelente, que precisa ser cumprida e tem ganhado agilidade nos processos: em 2006, foram 272 licenças ambientais e a média do período anterior a 2003 era de 145 licenças por ano”. Marina concedeu entrevista exclusiva à Radiobrás, ontem (24), e falou à imprensa, no Rio, hoje.
A ministra reafirmou que desenvolvimento e conservação ambiental não são incompatíveis. Disse que mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas) provém da biodiversidade e que, por isso, o país não pode, “em hipótese alguma”, deixar de proteger o meio ambiente. Segundo a ministra, uma das principais medidas que garantirão essa compatibilidade é a regulamentação do artigo 23 da Constituição Federal, que define as competências específicas da União, estados e municípios em relação ao licenciamento ambiental.
Do Programa de Aceleração de Crescimento, Marina Silva citou as ações de saneamento básico e de proteção de bacias hidrográficas entre as que terão efeitos ambientais positivos. “Nós temos cerca de R$ 1,5 bilhão previsto para a revitalização de bacias”, comentou.
A ministra do Meio Ambiente participou, de manhã, da inauguração no novo Bromeliário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A estufa foi reaberta depois de um ano em obras e reúne 3 mil exemplares de 20 genêros de bromélias do Brasil e do exterior, organizadas em áreas de exposição ao público e de pesquisa científica.
O presidente russo, information pills Vladimir Putin, firmou um acordo hoje para construir mais usinas nucleares na Índia, aproximando Moscou de seu aliado de longo prazo na Ásia por meio de lucrativos contratos de energia e armas.
Putin se encontrou com o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, nesta quinta-feira, em um evento anual, e será o convidado de honra nas comemorações do Dia da República indiana na sexta-feira, um reflexo dos fortes laços históricos que unem os dois países.
"A segurança energética é a mais importante das dimensões emergentes de nossa parceria estratégica", disse Singh durante coletiva de imprensa. "Esperamos firmar uma parceria de longo prazo com a Rússia neste campo vital."
O acordo sinalizou que Moscou não ficaria para trás na corrida para conquistar contratos nucleares lucrativos com a Índia, um mês após o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, ter assinado leis que suspendem efetivamente o embargo comercial de material nuclear para uso civil com a Índia. Dois reatores russos já estão em construção na Índia, onde o acelerado crescimento econômico amplia a demanda por suprimentos de energia.
Mais quatro reatores serão construídos na usina nuclear de Kudankulam, no estado de Tamil Nadu, ao sul, de acordo com um comunicado, posto que os 45 membros do Grupo de Fornecedor es Nucleares removeram suas restrições à Índia neste ano. Outros tipos de integração são discutidos pelos dois países. A Rússia demonstrou interesse em auxiliar na construção de um duto que transportaria gás natural iraniano para a Índia e o Paquistão.
Além disso, os laços militares entre a Índia e a Rússia estão bastante firmes e são outra área na qual Moscou enfrenta forte competição norte-americana. No início desta semana, o ministro de Defesa russo, Sergei Ivanov, disse que a Rússia lançaria seus jatos MiG-35 como proposta a uma licitação indiana de compra de 126 aeronaves de combate.
A Rússia também está interessada em trabalhar com a Índia no desenvolvimento de um caça de quinta geração. Na quarta-feira, os dois países assinaram um acordo para projetar e construir em parceria uma aeronave de transporte. Atualmente, a Índia é o segundo maior com prador de armas russas, precedido apenas pela China. Cerca de 80% do armamento e acessórios utilizados por Nova Délhi são originais de Moscou, disseram especialistas.