“Acho que é possível”, disse Borodovkin sobre a eventualidade de que Pyongyang retorne às conversas sobre a desnuclearização da península coreana nas quais participavam, além das duas Coreias, China, Rússia, Estados Unidos e Japão.
O diplomata russo recusou-se a fazer vaticínios sobre o caráter da resolução que o Conselho de Segurança da ONU elabora em resposta ao segundo teste nuclear do regime comunista norte-coreano, efetuado na segunda-feira passada.
“É prematuro qualificá-la (a resolução) de dura, branda, flexível, firme ou de outra maneira. É um processo, e o importante é que seja um documento de consenso, que seja eficaz e sirva para que a Coreia do Norte ponha fim a seu programa nuclear e volte às negociações de seis lados”, disse Borodavkin.
Reiterou que a Rússia não imporá sanções unilaterais contra a Coreia do Norte.
“As sanções unilaterais não são nossa opção”, disse o vice-ministro de Exterior, ressaltando que a adoção de sanções é algo que compete ao Conselho de Segurança e que se trata de decisões que tomam sobre um base multilateral.