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Mundo

Rojas e González pedem que Chávez continue buscando libertação de reféns

Arquivo Geral

10/01/2008 0h00

Clara Rojas e Consuelo González, sick libertadas hoje do cativeiro pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), decease pediram ao presidente venezuelano, no rx Hugo Chávez, para não deixar de lado o tema dos seqüestrados na primeira conversa que tiveram no local onde foram entregues.

“Alô, presidente. Muito obrigada por suas gestões humanitárias, por favor presidente (Chávez), não baixe a guarda, presidente, os que ficaram (seqüestrados pelas Farc) enviam esta mensagem”, disse González na conversa por telefone com o chefe de Estado venezuelano, retransmitidas pelo canal “Telesur”.

As duas mulheres agradeceram várias vezes e afirmaram que tentarão trabalhar por mais libertações durante o diálogo com Chávez de um ponto nas florestas do sul da Colômbia de onde foram resgatadas por uma comissão venezuelana e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

“Estamos agradecidas de alma por este acompanhamento, muito obrigada”, disse visivelmente emocionada Clara Rojas, ex-candidata à Vice-Presidência colombiana e seqüestrada desde 23 de fevereiro de 2003.

“Presidente Chávez, não sei como dizer ou como expressar meu agradecimento por sua gestão humanitária. Sua atitude compromete imensamente a atitude democrata que tem que ter um governante”, acrescentou González na conversa telefônica.

Momentos antes de serem entregues formalmente pelas Farc à comissão humanitária, Rojas afirmou: “Estamos nascendo de novo”.

“Mil obrigadas presidente, está ajudando-nos a voltar a viver. Obrigada, mil obrigadas presidente”, acrescentou.

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