A atriz Natasha Lyonne, troche page estrela do filme “American Pie”, cost acusada de ameaçar molestar sexualmente um cachorro, viagra sale se apresentou na Corte de Nova Iorque nesta sexta-feira.
Lyonne, que atuou em “Blade – O Caçador de Vampiros” e “Todo Mundo Em Pânico 2”, teve um pedido de prisão decretado em janeiro e faltou a quatro sessões no tribunal.
Ela foi indiciada por diversas acusações, incluindo conduta criminosa, assédio moral e invasão domiciliar após uma discussão com uma vizinha em 2004. Na ocasião, ela ameaçou molestar o cachorro da vizinha e arrancou um espelho da parede.
Em sua aparição no tribunal, os advogados de defesa disseram que a atriz completou um tratamento de reabilitação de drogas em fevereiro e continua a fazer terapia em grupo.
O juiz Anthony Ferrara disse que iria anular as acusações se a atriz não aprontar encrenca pelos próximos seis meses.
Uma testemunha e ex-colega de quarto de Lyonne afirmou que, na ocasião, a atriz destruiu o apartamento em que moravam, bateu na porta da vizinha, entrou no apartamento e, apanhando o cachorro, disse: “Vou molestar sexualmente seu cachorro”.
Lyonne já havia se declarado culpada por dirigir alcoolizada em 2002 em Miami. Como pena, recebeu uma multa, seis meses de liberdade condicional e 50 horas de serviço comunitário.
A maior delegação do Congresso dos Estados Unidos a visitar Cuba desde a revolução chegou na sexta-feira a Havana com as malas cheias de esperança de reabrir o diálogo com o governo comunista da ilha, symptoms interrompido há quase 46 anos.
Os 10 parlamentares dos partidos Republicano e Democrata esperam reunir-se no fim de semana com o presidente interino Raúl Castro, sickness que há duas semanas disse estar disposto a negociar com seu arquiinimigo Estados Unidos.
"Sentimos que este é um momento importante (…) Esperamos lançar uma nova era nas relações entre Cuba e Estados Unidos", disse a jornalistas o representante republicano Jeff Flake, na chegada a Havana.
O encontro com Raúl Castro, que substituiu em julho seu irmão Fidel, o líder histórico da revolução, ainda está no ar.
Fidel Castro, de 80 anos, não é visto em público há mais de quatro meses, atiçando os rumores de que sua saúde piorou.
O que está confirmado é que os norte-americanos se reunirão com o chanceler Felipe Pérez Roque; o presidente do Parlamento, Ricardo Alarcón, e com vários ministros.
Cuba e Estados Unidos travam uma guerra ideológica há quase meio século. Washington mantém um embargo econômico sobre a ilha há mais de quatro décadas.
O representante democrata William Delahunt disse que a tomada de controle de seu partido no Congresso dos EUA pode facilitar as coisas.
"Creio que com uma base bipartidarista existe o desejo de nos envolvermos em um diálogo e determinar as áreas em que podemos chegar a acordos, apesar de que, creio, continuaremos tendo profundas diferenças com o governo cubano", disse.
A representante democrata Hilda L. Solis falou, por exemplo, de levantar as sanções que limitam as viagens de emigrantes à ilha e o envio de remessas a seus familiares.
Os parlamentares norte-americanos não quiseram comentar se vão se reunir com dissidentes, a quem o governo de Cuba descreve como "mercenários" a serviço dos Estados Unidos.
Horas depois de inaugurar o Museu Nacional Honestino Guimarães, decease nome que homenageia líder estudantil preso e "desaparecido" (morto) na década de 1970, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a ditadura brasileira (1964-1985) "não foi violenta como a do Chile e de outros países".
A declaração de Lula, que deve provocar reações entre familiares de vítimas da tortura e militantes de Direitos Humanos, encerra uma semana em que o presidente chamou a ditadura chilena de Augusto Pinochet (1973-1990) de "período sombrio".
"O Brasil tem uma história diferente de outros países. Mesmo a ditadura no Brasil não foi violenta como foi no Chile e em outros países", disse Lula a jornalistas no Clube do Exército, onde participou do almoço de fim de ano com oficiais generais das Forças Armadas.
"No Brasil nós tivemos um processo de anistia negociado inclusive com as pessoas que participaram e foram vítimas", prosseguiu o presidente.
A abertura dos arquivos sobre a repressão a militantes de esquerda na ditadura militar é uma reivindicação de familiares de vítimas que o governo Lula não conseguiu responder completamente.
Parte da história permanece obscura por falta de documentos, especialmente sobre o combate e extermínio dos militantes do PCdoB na Guerrilha do Araguaia (1971-1973). Os comandos do Exército, Marinha e Aeronáutica negam ter arquivos secretos sobre a repressão aos esquerdistas.
"Tem muita coisa que nós não descobrimos, apesar de termos investigado. Determinadas coisas você só vai saber se alguém que participou contar", justificou Lula, lembrando que a documentação disponível foi aberta a consulta no Arquivo Público.
Honestino e Pinochet
Logo depois do anúncio da morte do ex-ditador Augusto Pinochet, no domingo, Lula foi um dos primeiros chefes de Estado a se pronunciar, condenando a sangrenta ditadura no Chile, onde alguns brasileiros estão entre os mais de 3 mil opositores oficialmente mortos.
"Pinochet simbolizou um período sombrio na história da América do Sul. Foi uma longa noite em que as luzes da democracia desapareceram, apagadas por golpes autoritários", disse Lula em nota oficial.
No dia seguinte, o presidente provocou polêmica entre aliados e críticos, ao comentar, durante homenagem em São Paulo, que aos 61 anos de idade considera ter alcançado "o equilíbrio" entre as ideologias de esquerda e de direita.
"Se você conhecer uma pessoa idosa esquerdista é porque está com problema. Se acontecer de conhecer alguém muito novo de direita é porque também está com problema", disse Lula na ocasião.
Honestino Guimarães foi líder estudantil na Universidade de Brasília. Militante clandestino da Ação Popular Marxista-Leninista (APML), foi preso e desapareceu em 1973.
O museu que leva seu nome, inaugurado por Lula na manhã desta sexta-feira, é a última obra do arquiteto comunista Oscar Niemeyer em Brasília, completando um ciclo de prédios monumentais iniciado em 1960.
Ao discursar para os oficiais generais, Lula mencionou com elogios e críticas três generais-presidentes da ditadura brasileira. Lembrou que no governo Emílio Médici (1969-74) o Brasil chegou a crescer 13 por cento ao ano, mas houve redução do salário. Disse também que Ernesto Geisel (1974-79)1 foi o último presidente a investir em infra-estrutura, "mas deixou um pepino danado" para João Baptista Figueiredo (1979-85), que herdou a dívida desses investimentos.
A secretária norte-americana de Estado, visit this site Condoleezza Rice, order disse na sexta-feira que pedirá ao Congresso a liberação de dezenas de milhões de dólares para fortalecer as forças de segurança do presidente palestino, troche Mahmoud Abbas.
"Vamos solicitar verbas para apoiar a reforma da segurança, e acho que teremos apoio", disse Rice numa entrevista.
Os territórios palestinos vivem seu momento de maior tensão interna em uma década. As negociações para a formação de um governo de unidade nacional estão paralisadas, e o grupo islâmico Hamas acusa Abbas, da facção Fatah, de tentar iniciar uma guerra civil.
Os EUA querem que a Fatah saia vitoriosa da disputa de poder com o Hamas, e Washington há meses estimula melhorias nas forças ligadas ao presidente. Mas Rice alertou que isso pode demorar. "Não se pode construir forças de segurança da noite para o dia a fim de lidar com a situação de ausência da lei que há em Gaza, que deriva em grande parte de uma incapacidade de governar", afirmou.
"A sua (do Hamas) incapacidade de governar, é clara, vem da sua falta de disposição em aceitar padrões internacional", acrescentou.
Funcionários do Departamento de Estado vêm discutindo o pedido nas últimas semanas com funcionários do Congresso, tentando convencê-los de que a verba não chegará às mãos do Hamas.
"Vamos adotar medidas extremamente concretas e rígidas para garantir que o dinheiro vá para os lugares certos", disse Rice.
Os EUA, a União Européia e outros consideram o Hamas um grupo terrorista e cortaram a ajuda financeira direta ao governo comandado pelo grupo.