O consórcio brasileiro E-Vote responsabilizou ontem a autoridade eleitoral do Equador pela falha na contagem rápida dos votos nas eleições do país.
"O atraso na contagem foi responsabilidade total do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do Equador, stuff sickness que descumpriu o contrato com a E-Vote", disse Gilberto Freitas, diretor-financeiro da empresa brasileira em entrevista por telefone.
O executivo considerou que houve "incompetência" na forma de atuar do TSE equatoriano e disse que o consórcio brasileiro contratou uma empresa de advogados em Quito "que estuda a melhor forma de proteger" as equipes da companhia e seus direitos legais nesse país, assim como defender "a imagem da empresa".
O Equador passou por eleições gerais no domingo, quando o TSE anunciou a ruptura de seu contrato com a E-Vote ao alegar que a empresa brasileira não cumpriu com os prazos de entrega dos dados de contagem rápida dos resultados preliminares, que causou tropeços na apuração dos votos.
Freitas disse que a E-Vote notificou judicialmente o TSE equatoriano e atribuiu as falhas no processo de contagem a mudanças no sistema de informática realizadas pelo tribunal sem avisar a empresa.
Ele afirmou ainda que os equipamentos de informática levados ao Equador pela E-Vote ficaram retidos 20 dias na alfândega equatoriana, o que impediu a realização de testes prévios.
"Houve incompatibilidade nos mapas de software, o que gerou um colapso no sistema. Essa foi a causa do atraso (na entrega) dos resultados", declarou o executivo brasileiro. "Atribuo isso à incompetência do TSE; não poderia ter alterado um instrumento básico do processo sem ter nos comunicado com antecedência", completou.
O contrato da E-Vote com o TSE equatoriano totalizava US$ 5,2 milhões, mas a empresa brasileira recebeu US$ 2,6 milhões, segundo Freitas.
Segundo os resultados oficiais das eleições do Equador, o magnata Alvaro Noboa disputará o segundo turno em 26 de novembro com o nacionalista Rafael Correa.
A secretária de Estado norte-americana, viagra sale Condoleezza Rice, disse hoje duvidar de relatos afirmando que a Coréia do Norte havia prometido interromper seus testes nucleares.
Notícias divulgadas ontem na imprensa alimentaram a esperança de que a tensão estivesse diminuindo. Segundo essas informações, o líder norte-coreano, Kim Jong-il, dissera esta semana ao enviado chinês Tang Jiaxuan que não tinha planos de realizar novos testes nucleares.
Mas Rice se reuniu com Tang ontem em Pequim e disse aos jornalistas que o enviado chinês não havia obtido uma conquista diplomática desse porte em sua visita à Coréia do Norte.
"Tang não me disse que Kim Jong-il se desculpou pelo teste nem que ele afirmou que nunca faria um teste novamente", declarou Rice.
A Rússia é a última parada no giro de cinco dias da secretária norte-americana, que tem como objetivo conseguir apoio a sanções econômicas e ao embargo de venda de armas aprovados pela ONU contra Pyongyang na semana passada em retaliação ao teste nuclear subterrâneo praticado em 9 de outubro.
A secretária negou as notícias de que o líder norte-coreano havia se desculpado e dito estar arrependido. "Os chineses não disseram nada sobre um pedido de desculpas, numa exposição muito detalhada que fizeram a mim", afirmou Rice. "Eu acredito que os norte-coreanos gostariam de ver uma escalada na tensão."
Rice também disse ter dúvidas sobre a intenção de Pyongyang de voltar a participar das negociações multilaterais com seis países, congeladas por quase um ano. Kim Kye-gwan, principal negociador norte-coreano sobre a questão nuclear, havia dito antes a um canal de TV dos EUA que esta era a intenção da Coréia do Norte.
A Coréia do Norte vem boicotando as negociações porque Washington acusa o país de falsificar dinheiro e impôs restrições às suas atividades financeiras internacionais. Rice disse que essas restrições continuarão a vigorar.
Antes de deixar a China, Rice disse que o tom da Coréia do Norte ainda é beligerante.