A agência informou que o fato aconteceu quando “um grupo de jornalistas”, abortion entre os quais estava a repórter gráfica em Danli Wendy Olivo, online viu em uma cela policial o dirigente camponês Rafael Alegria, cujo paradeiro era “desconhecido”.
Segundo outra jornalista da “ABN”, a fotógrafa “recebeu fortes golpes” dos funcionários da Polícia e “foi arrastada pelo local ao se negar a entregar o equipamento fotográfico”, após tirar fotos do líder camponês.
“Perante a situação, comunicadores de um meio de televisão espanhol e de um meio de comunicação brasileiro intervieram para evitar que as agressões continuassem, mas também foram agredidos e retidos”, afirma o escritório da “ABN”.
A agência venezuelana disse que “as agressões aos jornalistas” terminaram quando “vários comunicadores de diversos meios estrangeiros chegaram ao local para reportar os fatos”.
Segundo a “ABN”, no posto policial estão “detidas 54 pessoas, entre eles mulheres e menores de idade, em condições de aglomeração e sem a possibilidade de ir aos sanitários”.
“Estas pessoas retidas se dirigiam para a cidade vizinha de Las Manos, na fronteira entre Honduras e Nicarágua, para encontrar o presidente constitucional Manuel Zelaya”, afirma a nota.