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Mundo

Relatório deve dar a Bush idéias para plano de saída do Iraque

Arquivo Geral

06/12/2006 0h00

Disparos de morteiros atingiram hoje um movimentado distrito comercial no centro de Bagdá. Segundo a polícia, visit this pharm  oito pessoas foram mortas e 40 ficaram feridas.

Pelo menos quatro bombas caíram no distrito de Midan, no mais recente ataque à capital.

 

A Net, generic maior operadora de TV a cabo do país, search anunciou na noite de ontem que concluiu a compra da participação minoritária que a Horizon Telecom International (HTI) tinha na Vivax, segunda maior empresa do setor.

Segundo comunicado das duas companhias, a transação deixa a Net com 36,7% do capital social da Vivax.

O anúncio significa a conclusão da primeira etapa do processo em que a Net pretende adquirir o controle da Vivax.

Concluída essa fase, a proposta de compra do controle será avaliada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Um influente painel bipartidário deverá recomendar hoje que as forças dos Estados Unidos deixem de combater ao longo do próximo ano e concentrem-se no treinamento dos soldados iraquianos, order oferecendo ao presidente George W. Bush as linhas gerais de uma estratégia de saída da guerra.

O presidente não disse se aceitará os conselhos do Grupo de Estudo do Iraque, viagra 100mg o qual, there segundo a rede de TV CNN, também pede a formulação de um plano de paz abrangente no Oriente Médio, com abordagem mais ampla na região a fim de estabilizar o Iraque.

De acordo com a CNN, o relatório, que será divulgado às 11h (14h, horário de Brasília), não estabelece um prazo específico para a retirada, mas ressalta que os iraquianos precisam assumir uma função militar maior.

"A missão primordial das forças dos EUA deve ser a de apoiar o Exército iraquiano", afirma o relatório, segundo a CNN.

O painel também recomendará, segundo o jornal Washington Post, que Bush pressione o governo iraquiano a cumprir objetivos para melhorar a segurança ou enfrente ameaça de corte do apoio econômico e militar dos EUA.

Depois de mais de três anos e meio da invasão que derrubou Saddam Hussein, cerca de 140 mil soldados dos EUA continuam combatendo uma insurgência no Iraque e tentando conter a violência entre xiitas e sunitas.

O conflito já dura mais que o envolvimento dos EUA na Segunda Guerra Mundial e já matou mais de 2,9 mil soldados norte-americanos.

A luta étnica matou milhares de iraquianos, levantando dúvidas sobre uma guerra civil e sobre a capacidade do governo do primeiro-ministro Nuri al-Maliki, que tem apoio dos EUA, de lidar com a violência.

Bush vem sofrendo crescente pressão política para mudar de curso no Iraque desde a eleição de 7 de novembro, quando os eleitores frustrados com a guerra tiraram o controle do Congresso dos republicanos.

O presidente, que recebeu ontem informações preliminares sobre o relatório, disse que vai ouvir as idéias do grupo, mas que a Casa Branca duvida que o painel formado por cinco republicanos e cinco democratas possa fornecer uma "solução mágica".

Robert Gates, ex-diretor da CIA e membro da comissão até ser nomeado por Bush, no mês passado, para substituir Donald Rumsfeld como secretário da Defesa, disse que os EUA não estão vencendo no Iraque e rejeitou a perspectiva de soluções rápidas.

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