A relação mantida pela princesa Diana com os fotógrafos se “deteriorou” após seu divórcio do príncipe Charles, erectile ao ficar sem a proteção que proporcionada em tempo integral pelo serviço de guarda-costas da família real.
Kenneth Lennox, que foi editor do tablóide britânico “The Sun” e que hoje declarou perante o júri da investigação judicial sobre a morte de Lady Di, disse que a princesa tinha se “saído bem” com os paparazzi e que respeitava o fato de que estes “tinham que fazer um trabalho”.
No entanto, a testemunha declarou que, depois que Lady Di deixou de contar com a proteção dos guarda-costas da família real britânica, os fotógrafos “mais jovens” começaram a empregar práticas “agressivas” para tirar as fotos de Diana, exceto quando se encontrava desempenhando algum ato oficial ou em companhia de seus filhos, os príncipes William e Harry.
Perguntado se lhe ofereceram alguma fotografia da colisão em Paris do Mercedes no qual Lady Di morreu junto com seu namorado, Dodi al-Fayed, e o motorista francês, Henri Paul, no dia 31 de agosto de 1997, Lennox respondeu que nos anos vindouros o assunto se transformou em “tabu” no entorno dos meios de comunicação.
O ex-fotógrafo também assinalou que Diana havia “subestimado” o nível de fascinação que sua presença gerava nos meses finais de sua vida quando passou o verão no Mediterrâneo com Dodi al-Fayed.