O Reino Unido “não tem motivos para duvidar” da versão divulgada pelo governo paquistanês sobre a morte da principal líder opositora do país, order Benazir Bhutto, viagra sale apesar das suspeitas de aliados do Partido Popular do Paquistão (PPP), link disse hoje o ministro de Assuntos Exteriores britânico, David Miliband.
“Acompanhamos com cuidado os relatórios do Governo paquistanês e não temos evidências que entrem em conflito com as informações que saem do Paquistão”, disse o chanceler britânico, após assinar hoje o livro de condolências na High Commission em Londres, que funciona como a embaixada paquistanesa no Reino Unido.
Os aliados da ex-primeira-ministra questionaram a hipótese com a qual o Governo paquistanês trabalha, pela qual o líder talibã Baitullah Mehsud, que teria ligações com a Al Qaeda, teria cometido o atentado. Eles acusam ainda as autoridades do país de usar a teoria para acobertar a verdade.
O governo paquistanês propôs ao PPP de Bhutto exumar o corpo para que seja feita a autópsia, após as dúvidas levantadas pelo partido sobre a versão oficial da causa da morte da ex-primeira-ministra.
O porta-voz do Ministério do Interior, Javed Iqbal Cheema, defendeu hoje, em entrevista coletiva, as conclusões da análise médica que determinou que a causa da morte foi um traumatismo craniano causado por um forte golpe com a alavanca do teto solar do veículo de onde Bhutto cumprimentava seus simpatizantes, no momento do atentado.
Segundo Miliband, dadas as circunstâncias “obviamente, é muito importante que seja realizada uma investigação completa, que conte com a confiança de todos os envolvidos”. A ex-primeira-ministra paquistanesa morreu na quinta-feira em um atentado cometido em Rawalpindi, perto de Islamabad, no qual também foram assassinadas pelo menos outras vinte pessoas após a realização de um comício de Bhutto.