A medida foi imposta em 10 de abril após a abolição da Constituição e foi estendida pela primeira vez em 4 de maio.
“A ausência de temas políticos na agenda nacional, por exemplo, está contribuindo positivamente à paz e estabilidade da nação”, argumentou Leweni para justificar a prorrogação do estado de exceção.
Fiji atravessa uma profunda crise política desde abril passado, quando os tribunais declararam ilegal o golpe de Estado pelo qual o atual primeiro-ministro, o comodoro Frank Bainimarama, depôs o Governo de Laisenia Qarase, em 2006.
No ano seguinte, o militar se comprometeu a realizar eleições em 2009 para que a União Europeia (UE) mantivesse a ajuda oficial ao país, mas depois voltou atrás.