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Ramo da Al Qaeda no Egito pede a simpatizantes que apóiem o Hamas

Arquivo Geral

24/06/2007 0h00

Os Estados Unidos e a França ressaltaram hoje que a independência do Kosovo é inevitável, cialis 40mg information pills embora possa se abrir um período de tempo adicional para tentar fazer com que a Sérvia aceite esta opção.

Esta foi a postura expressada hoje pela secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, e o ministro de Exteriores francês, Bernard Kouchner, durante uma entrevista coletiva após uma reunião que mantiveram em Paris.

Corresponde ao Conselho de Segurança das Nações Unidas elaborar e aprovar uma resolução que defina o estatuto definitivo da província sérvia, de maioria albanesa, após um debate sobre o plano proposto pelo mediador Martti Ahtisaari.

O ex-presidente finlandês propõe outorgar ao Kosovo uma independência tutelada pela comunidade internacional, uma idéia respaldada hoje por Rice e Kouchner.

A chefe da diplomacia americana elogiou o trabalho de Ahtisaari, que é a “base” para resolver o futuro estatuto do Kosovo, embora tenha dito que é “lógico e aceitável” que as duas partes mantenham o diálogo.

Com a premissa de um Kosovo independente, Rice transferiu aos sérvios a mensagem de que têm pela frente um porvir vinculado às instituições européias e transatlânticas.

A solução do problema da província também permitiria “estabilizar os Bálcãs”.

Kouchner reconheceu que a União Européia não desempenhou um papel adequado em relação ao Kosovo e afirmou que será difícil convencer a Sérvia de que o território em litígio tem de ser independente, mas não expressou dúvidas sobre o plano de Ahtisaari.


O empresário Mauricio Macri venceu hoje o segundo turno das eleições a prefeito de Buenos Aires, story ao obter 60% dos votos contra 40% de seu rival, more about Daniel Filmus, health segundo pesquisas de boca-de-urna.

Pesquisas divulgadas por diferentes meios após o fim da votação indicam que Macri, líder da conservadora Proposta Republicana, se transformará no próximo prefeito da capital ao derrotar Filmus, ministro da Educação argentino e candidato apoiado pelo presidente Néstor Kirchner.

O pleito, considerado uma prévia das eleições presidenciais de outubro, se desenvolveu “com normalidade”, de acordo com fontes do Tribunal Superior de Justiça de Buenos Aires, o segundo distrito eleitoral do país.


O jonal argentino La Nación afirmou neste domingo que a Argentina é o país que mais consome maconha na América Latina. O segundo lugar ficou com o Chile.

Segundo a matéria, purchase o consumo da droga triplicou nos últimos três anos. A matéria cita uma pesquisa que aponta que 6% da população argentina consomem maconha habitualmente. Os dados usados na pesquisa ainda não são oficiais, pois o estudo será concluído apenas no final do ano.


A secretária de Estado americana, about it Condoleezza Rice, sales e o ministro de Exteriores francês, approved Bernard Kouchner, afirmaram hoje que o presidente da Autoridade Nacional Palestino (ANP), Mahmoud Abbas, é o único governante legítimo e interlocutor dos palestinos diante da comunidade ocidental.

Após se reunirem em Paris, Rice e Kouchner mostraram seu respaldo ao trabalho de Abbas, que formou um Governo de Emergência após destituir o primeiro-ministro, Ismail Haniyeh, líder do movimento islâmico Hamas.

“Abbas é o presidente de todos os palestinos. Não aceito a idéia de que haja duas direções políticas”, afirmou a chefe da diplomacia americana, apoiada pelo ministro francês, que lembrou que os 27 membros da União Européia concordam com esta posição.

Os dois deram como exemplo de apoio internacional a Abbas a cúpula que acontecerá na segunda-feira em Sharm el-Sheikh (Egito) com a presença do presidente da ANP, o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, o rei Abdullah II da Jordânia e o presidente egípcio, Hosni Mubarak.

Isto significa que “o mundo árabe” apóia o líder da ANP, segundo Rice, que defendeu a idéia de um Estado palestino que viva em paz e em segurança ao lado de Israel.

O ministro francês, no entanto, disse que o Hamas foi eleito pelo povo em eleições democráticas, e isto deveria levar também a se fazer “alguma pergunta” sobre como enfrentar o futuro.


O líder cubano Fidel Castro desempenhou um papel fundamental nas relações internacionais e no processo de paz da Colômbia, more about segundo a edição da revista Cambio que começou a circular hoje.

“Por conta de sua proximidade com (o presidente Álvaro) Uribe, check Fidel desempenhou um papel-chave no processo com o ELN (guerrilha do Exército de Libertação Nacional), this web o episódio com Rodrigo Granda (líder rebelde das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia libertado) e as crises com a Venezuela”, afirma a revista.

A publicação informa que “em 29 de junho de 2002 Uribe se reuniu em Cartagena com o chanceler cubano, Felipe Pérez Roque, e expressou seu desejo de que Cuba apoiasse os esforços da Colômbia para chegar a um acordo de paz com o ELN”.

Em 16 de agosto, uma semana depois da posse presidencial, “o alto comissário para a Paz, Luis Carlos Restrepo, viajou a Havana para ter as primeiras conversas com porta-vozes do ELN, e um dia depois Fidel Castro o recebeu no Palácio da Revolução”.

Fidel, cuja foto estampa a capa da revista, “expressou a Restrepo o compromisso de Cuba com as iniciativas do Governo colombiano para atingir a paz”, acrescenta a Cambio.

O líder cubano, que tantas vezes foi acusado de exportar a revolução e de apoiar a luta armada, intermediou as conversas na Colômbia, segundo a revista.

“O mesmo que tinha dado refúgio a guerrilheiros do M-19 e do ELN dava o respaldo às conversas”, afirma.

Segundo a publicação, “no final de abril do ano passado, uma delegação comandada pela então chanceler Carolina Barco se reuniu em Havana com Fidel, pouco antes de adoecer”.

Nesse encontro, “mais uma vez, Fidel expressou seu compromisso com a Colômbia de ajudar a atingir a paz”.

Restrepo disse à revista que o apoio de Cuba “foi permanente e respeitoso com o Governo da Colômbia, e o suporte ao trabalho das delegações é muito profissional e metódico”.

Nos cinco anos de Uribe no poder, Cuba cooperou de forma muito ativa com a Colômbia para atingir a paz, apesar das profundas diferenças que existem entre os dois países.

“Entre Colômbia e Cuba existem relações diplomáticas normais, de respeito e de colaboração – disse em várias oportunidades o chanceler cubano. Cuba vem representando um papel sério e discreto nas negociações entre o Governo da Colômbia e o ELN”, informa a Cambio.

Para a publicação, “Cuba tem sido peça-chave para que não se rompa o complexo e tortuoso processo de negociação do Governo da Colômbia com o ELN, que começou em Havana em dezembro de 2005”.

“Altos funcionários do governo de Cuba realizaram reuniões particulares com os negociadores do grupo rebelde, entre eles Antonio García, chefe militar e segundo no comando da organização, para pedir-lhes que sejam menos radicais em suas exigências e dêem passos concretos para chegar um acordo”, conclui a revista.


A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) qualificou o ataque de hoje contra um contingente espanhol, clinic no qual morreram seis militares, como o “incidente mais grave” desde o conflito entre Israel e Hisbolá no Líbano de julho e agosto de 2006.

O chefe da Finul, o general italiano Claudio Graziano, afirmou que “os que cometeram este atentado não só tinham como objetivo atacar a Finul, mas também a paz, a segurança e a estabilidade da região”.

“Neste momento difícil, quero insistir em que a Finul está mais determinada que nunca a aplicar a missão que o Conselho de Segurança da ONU lhe atribuiu”, acrescentou Graziano.

A missão da força é ajudar o Governo a estender sua autoridade a todo o território e impedir o reatamento da violência.

A Finul afirmou em comunicado que a explosão na qual morreram os seis soldados e outros dois ficaram feridos se deveu aparentemente a um carro-bomba, que explodiu ao lado de uma patrulha espanhola no sul do Líbano.

“As investigações estão sendo realizadas para saber as circunstâncias exatas do ocorrido”, acrescenta a nota.

O atentado contra os capacetes azuis foi condenado por vários responsáveis e grupos libaneses, entre eles Saad Hariri, chefe da maioria parlamentar, e as Forças do 14 de Março.

Em comunicado, Hariri afirmou que “este ato criminoso tem como objetivo impedir a aplicação da resolução 1701”, que pôs fim ao conflito do ano passado e estabeleceu o envio de uma tropa multinacional ao sul do país.

Hariri acrescentou que “este atentado é uma tentativa de abrir uma nova frente de confronto para adiar” a implementação da resolução.

As Forças do 14 de Março condenaram o atentado e acusaram o regime sírio, sobretudo depois que “fracassou em sua tentativa de submeter a vontade libanesa”.


A secretária de Estado americana, approved Condoleezza Rice, que está de visita oficial à França, pediu hoje à China que intensifique sua relação e sua influência com o Governo do Sudão para buscar uma solução para o conflito político e humanitário em Darfur.

Em entrevista coletiva após se reunir com o ministro das Relações Exteriores francês, Bernard Kouchner, Rice elogiou a conferência internacional que Paris sediará na segunda-feira, cujo objetivo é buscar uma solução para a crise de Darfur.

Em quatro anos de conflitos, mais de 200 mil pessoas morreram na região e 2,5 milhões foram deslocadas.

Um vice-ministro chinês estará presente na conferência, já que Pequim é um dos principais aliados internacionais do Executivo de Cartum.

“A China tem responsabilidades no Conselho de Segurança da ONU e boas relações na África. Espero que intensifique sua atitude” em favor da pacificação de Darfur e da ajuda humanitária aos desabrigados.

Segundo Rice, a comunidade internacional não esteve “à altura das particularidades” desta região sudanesa. A chefe da diplomacia americana defende que se pressione o presidente Omar al-Bashir para que dê novos passos rumo à pacificação.

Em 12 de junho deste ano, Bashir aceitou o envio de um contingente militar integrado pela União Africana (UA) e a ONU à região.

No entanto, a secretária de Estado americana destacou que “ainda resta muito a fazer” e se mostrou convencida de que a conferência de amanhã em Paris trará uma solução para o conflito.

Kouchner concordou com Rice e fez algumas ressalvas. Segundo ele, a conferência não é uma reunião “de pacificadores”, mas tem por objetivo apoiar os esforços da UA e da ONU para a força militar mista, colaborar com as iniciativas para incorporar ao processo de paz os 19 grupos rebeldes e prestar assistência financeira.

“O campo humanitário é importante, mas não suficiente”, afirmou o ministro francês.


O ramo da Al Qaeda no Egito pediu em comunicado que seus simpatizantes no país apóiem o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e ataquem os “sionistas e os cruzados”.

Segundo as televisões árabes Al Jazira e Al Arabiya, medicine a chamada Organização da Al Qaeda na Terra de Al-Kenana pediu a seus seguidores que “erradiquem a presença dos sionistas no Egito”.

“Vocês estão convidados hoje a mostrar seu apoio a seus irmãos na Palestina”, acrescenta a nota divulgada na internet, assinada por Mohamad Khalil al-Hakaima, um ex-membro do grupo Jemaah Islamiya, ativo na década de 90 no Egito.

O comunicado foi divulgado um dia antes da cúpula de Sharm el-Sheikh, que reunirá o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, o rei Abdullah II da Jordânia e o líder egípcio, Hosni Mubarak.

Hakaima, assim como outros membros de grupos radicais violentos, saiu do Egito no final dos anos 90 e foi para o Afeganistão. Vários especialistas acreditam que ele continua neste país.

Em agosto de 2006, o radical anunciou sua incorporação à rede terrorista Al Qaeda através de uma fita de vídeo na qual aparecia com o número dois do grupo terrorista, Ayman al-Zawaheri.

Especialistas egípcios em grupos islâmicos acreditam que a Al Qaeda não tem uma presença organizada no Egito, apesar de estar muito próxima ideologicamente dos Irmãos Muçulmanos.

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