O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assegurou hoje perante uma audiência de universitários chineses em Xangai que a liberdade de expressão e de participação são valores universais.
Em um encontro com jovens universitários no Museu de Ciência e Tecnologia na capital financeira chinesa, Obama assegurou: “não buscamos impor esses valores, mas também não acreditamos que são só de um país. São direitos universais”.
No primeiro dos três dias de sua visita à China, o presidente americano assegurou em um breve discurso que os dois países não devem ser rivais, mas cooperar para resolver problemas globais como a não proliferação nuclear e a mudança climática.
“A menos que China e EUA estejam de acordo, muito poucos problemas internacionais poderão ser resolvidos”, declarou Obama.
Como em seu discurso do sábado passado em Tóquio, no qual repassou as relações de seu país com o Extremo Oriente, o presidente americano ressaltou que os EUA não querem “conter” a pujança da China e que, pelo contrário, dá as boas-vindas a uma República Popular “forte e próspera”.
“China e EUA não devem ser rivais”, disse o presidente americano, ressaltando que a colaboração entre os dois países contribuirá para conseguir “a paz e a prosperidade no mundo”.
O presidente americano foi perguntado, entre outros assuntos, pelas relações entre Taiwan e a República Popular, sobre o que Obama assegurou: “não quero mudar a política americana” antes de expressar sua complacência com a redução das tensões e “melhora das relações em ambos os lados do estreito” de Formosa.