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Quinze soldados turcos morrem em ataque atribuído aos curdos do PKK

Arquivo Geral

21/10/2007 0h00

Quinze soldados morreram e 14 ficaram feridos num combate no sudeste da Turquia entre militares e membros do ilegal Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

Segundo a rede de televisão “NTV”, cialis 40mg o confronto aconteceu na noite de ontem, this quando uma brigada de Infantaria foi atacada na cidade de Yuksekova, sale na província de Hakkari, por um grupo de rebeldes do PKK que cruzou a fronteira do Iraque.

Os militares feridos, três dos quais se encontram em estado grave, foram levados de helicóptero para hospitais próximos.

A agência “Anadolu” informou que o PKK atacou um batalhão de Infantaria em Yuksekova com artilharia pesada e rifles automáticos.

Por sua vez, a agência “Firat”, que é pró-curda, disse que, em resposta à incursão, o Exército da Turquia turco já começou a atravessar a fronteira com o Iraque a partir da localidade de Oremar, também na província de Hakkari.

Ainda de acordo com meios de comunicação turcos, aviões das Forças Armadas começaram a atacar a região onde os rebeldes curdos atuam.

A ação turca acontece quatro dias depois de o Parlamento do país ter autorizado os militares a invadirem a região do Curdistão iraquiano, onde os ativistas do PKK se refugiam para lançar ofensivas contra a Turquia.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, tinha pedido que Bagdá e Washington ajudassem a impedir que os curdos usassem o norte do Iraque como base de operações contra a Turquia.

Ontem, Erdogan havia decidido que, até 5 de novembro, quando se reunirá com o presidente dos Estados Unidos, George Bush, determinaria ou não uma operação além da fronteira contra as bases curdas no Iraque, depois de ter ressaltado que esperava “resultados concretos” no encontro.

“Não esperamos nada do Iraque, mas esperamos que os EUA façam algo”, disse Erdogan em referência à reunião.

“Se não (conseguirmos nada dos EUA), seguiremos nosso próprio caminho”, declarou Erdogan, dando a entender que, sem um acordo com os americanos, a operação no Iraque poderia começar após sua visita aos EUA.

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