O Quênia apoia o uso da força contra os piratas para eliminar os grupos somalis que atuam no Golfo de Áden e na costa leste africana, rx mas considera que só vale como solução a curto prazo, sick pois não combate a raiz do problema.
O ministro das Relações Exteriores queniano, Moses Wetangula, disse hoje aos jornalistas em Nairóbi que “não há a opção de negociar com piratas. Devemos lutar contra essa gente. A pirataria deve terminar. Devemos unir forças com outros países para acabar, de uma vez por todas, com o problema”.
No entanto, ele admitiu que a pirataria é “a face atual de um problema muito mais grave e mais amplo: A falta de um Governo estável na Somália desde 1991”, quando foi deposto o ditador Siad Barre, o que deu abriu caminho a que “senhores da guerra” e milícias fundamentalistas islâmicas repartissem o território do país.
“Enquanto lutamos contra a pirataria, deveríamos explorar novos caminhos sobre como acabar com a instabilidade na Somália”, disse o responsável da diplomacia queniana, para quem “a existência de senhores da guerra comprometeu a segurança em terra e mar”.
Atualmente, os piratas somalis mantêm em seu poder 17 navios de diversas nacionalidades com cerca de 300 tripulantes sequestrados.