As vendas de automóveis nos Estados Unidos em março, what is ed reveladas hoje, stomach refletiram a preocupação com o andamento da economia americana, there uma vez que evidenciaram o receio dos consumidores em adquirir novos veículos, sobretudo caminhonetes.
Os quatro maiores fabricantes de veículos nos EUA – General Motors (GM), Ford, Chrysler e Toyota – sofreram perdas durante o mês passado, principalmente as montadoras americanas, que parecem incapazes de conter a queda em suas vendas.
Só a Honda e a Nissan, japonesas como a Toyota e quinta e sexta no mercado americano, respectivamente, tiveram lucro, que, ainda assim, foi modesto.
Os consumidores americanos não só não se sentem motivados a comprar novos veículos como aqueles que vão às concessionárias fogem dos modelos mais caros, como as caminhonetes, que são as mais rentáveis para os fabricantes e das quais muitos destes dependem para assegurarem resultados positivos.
O grupo Chrysler, que sofreu o maior baque do mês ao vender 19% por menos, destacou que a desaceleração e o pessimismo do consumidor em relação à economia futura estão afetando especialmente o setor automobilístico.
“Estamos em um período no qual o público ouve notícias sobre economia todo os dias, e isto está claramente tendo um impacto em nosso setor”, afirmou o vice-presidente da Chrysler, Jim Press.
Por sua vez, o vice-presidente executivo para vendas na América do Norte da montadora, Steven Landry, acrescentou que “a situação econômica global está fazendo com que muitos consumidores ou atrasem suas compras ou mudem para um segmento diferente de veículos”.
Os números do mês confirmam o explicado por Landry. Os consumidores estão fugindo do segmento de caminhonetes e estão preferindo veículos menos luxuosos.
Por exemplo, na Ford – cujas vendas totais caíram 14,3% -, o carro mais vendido foi o utilitário Ford Focus, que vendeu 21.168 unidades, 24% a mais que no ano anterior.
Outro modelo com bons resultados foi o utilitário crossover Edge, que aumentou suas vendas em 23,8%, para 13.508 veículos.
Porém, a Ford sofreu com as mudanças no mercado. Como alguns consumidores migraram para os carros comuns, as perdas na categoria de caminhonetes foram dolorosas, de 16,7% em relação ao mesmo mês do ano passado.
O mesmo ocorreu com a Toyota. As vendas da montadora japonesa encolheram 3,4%, mas, como em suas concorrentes, a categoria de caminhonetes – que inclui SUV, minivans, pickups, furgões e caminhonetes) foi a que mais sofreu: o número de unidades comercializadas caiu 8,8%.
Essa tendência, que os fabricantes terão de enfrentar enquanto durar a incerteza em relação à economia, foi, inclusive, mais evidente no caso da GM.
A fabricante americana terminou o mês com uma queda nas vendas de 13%. Mas no setor de caminhonetes essa redução foi de 22,4%.
“Atualmente, o mercado é especialmente duro com certos veículos, especialmente as pickups”, disse Landry ao explicar o ocorrido em uma das principais categorias para os fabricantes americanos.
Para o vice-presidente de vendas da GM para América do Norte, Mark LaNeve, o único consolo da fabricante está em que todas as rivais sofreram perdas no segmento, o que permitirá à sua companhia manter a vantagem que tem em relação à Toyota e à Ford.
“Apesar da economia difícil e da fragilidade do mercado de caminhonetes, antecipamos que nossa cota de vendas individuais de veículos se manteve durante o mês e os três primeiros meses do ano”, destacou LaNeve.