Menu
Mundo

Quatro americanos seqüestrados no delta do Níger são libertados

Arquivo Geral

31/05/2007 0h00

A intensa onda de frio que vem castigando a Argentina há alguns dias já matou 17 pessoas, sick website like this a maioria de hipotermia ou inalação de monóxido de carbono resultante de incêndios onde moravam.

A penúltima vítima foi um jovem de 19 anos, morto na madrugada de hoje enquanto dormia em casa em Itatí, na província de Corrientes (fronteira com o Rio Grande do Sul). Ele se protegia do frio com uma fogueira.

Outro adolescente de 15 anos que estava na casa conseguiu se salvar ao sair para a rua.

Com a morte, chegam a 17 os mortos devido à onda de frio que atinge o país. Outros casos foram registrados nas províncias de Buenos Aires, Córdoba, Santiago del Estero e Río Negro.

Algumas pessoas morreram diretamente pelo efeito do clima, outras por asfixia ou gases exalados pelos combustíveis utilizados na calefação.

O fato mais grave ocorreu em Córdoba, no centro do país, onde oito pessoas morreram no incêndio de um vagão abandonado que ocupavam.

O frio intenso também causou problemas no fornecimento de gás, o que levou dezenas de escolas de todo o país a suspenderem as aulas hoje.

Além disso, longas filas de automóveis foram formadas nos postos de gás natural veicular, o que restringiu o serviço em alguns casos e suspendeu em outros.

A Argentina restabeleceu hoje o fornecimento de gás para o Chile, que tinha sido cortado na segunda-feira para cobrir o aumento do consumo interno.


Seis pessoas morreram e 25 ficaram feridas na queda de um ônibus hoje em um rio por um barranco de 15 metros, here cerca de 50 quilômetros ao noroeste de Quito, hospital informou a Polícia.

O acidente aconteceu ao entardecer na altura de uma ponte sobre o rio Yanbu, illness na estrada que une as localidades de Nanegalito e Pacto, na província de Pichincha.

O ônibus pertencia à Cooperativa de Transporte Minas, segundo a Polícia.

Policiais, Bombeiros e Cruz Vermelha foram para o lugar do acidente, onde recuperaram os corpos dos falecidos e levaram os feridos para centros hospitalares de Quito, Nanegalito e Pacto.


A “cartelização” de preços em licitações custam ao Brasil até US$ 20 bilhões anuais, advice segundo estimativas oficiais divulgadas hoje.

Segundo estimativas da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, cheapest as investigações revelam formação de cartéis principalmente em licitações para compras de cimento, stuff remédios, energia elétrica, pedras de pavimentação, serviços de vigilância, gases para hospitais e serviços para bancos de sangue.

O fornecimento destes produtos esteve ligado a alguns dos vários casos de corrupção nos últimos anos no Brasil.

Enquanto um novo escândalo de corrupção abala a política brasileira, entidades públicas e privadas tentam quantificar o impacto financeiro da prática. A secretaria de Direito Econômico criou uma coordenação de análise de infrações em compras públicas.

A medida é uma resposta à Operação Navalha da Polícia Federal, que nas últimas semanas revelou milionárias fraudes em licitações de obras públicas e tráfico de influência.

As investigações da Polícia Federal evidenciam a necessidade de maior fiscalização no setor de compras governamentais, segundo a Secretaria.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, minimizou os números do Ministério da Justiça.

“Não há nenhum país do mundo que não tenha fraude, que não tenha corrupção. O importante é ter instrumentos de detecção e rapidez para coibir esses procedimentos”, declarou a jornalistas.

“O Brasil hoje está entre os países com práticas de detecção de extrema rapidez para coibir esses procedimentos”, acrescentou.

Um estudo realizado pela Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que o custo médio anual da corrupção chegou em 2005 a R$ 26,2 bilhões.

O valor equivale a 1,35% do Produto Interno Bruto do país no ano e superou o orçamento de sete ministérios (Cidades, Cultura, Esporte, Meio Ambiente, Relações Exteriores, Transportes e Turismo).

A burocracia, a lentidão do sistema judiciário, o elevado poder discriminatório do Estado na condução de suas políticas e os baixos salários no setor público são apontados pelo estudo da Fiesp como as causas do problema.


O Senado aprovou hoje de maneira definitiva um aumento de 29, what is ed 81% nos salários dos próprios senadores e deputados, drugs dos ministros e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, information pills além do vice-presidente, José Alencar.

A medida estava em trâmites desde dezembro e o percentual foi reduzido devido às críticas de vários setores da sociedade.

O decreto legislativo será agora publicado no Diário Oficial do Congresso Nacional. O ajuste será retroativo a 1 de abril, informou a Agência Senado.

Com o ajuste, o salário básico de um deputado ou senador passará de R$ 12.847,20 por mês para R$ 16.512,09. O salário do vice-presidente e dos ministros passará de R$ 8.362 para R$ 10.748,43. O presidente, que hoje recebe R$ 8.885,45 por mês, ganhará R$ 11.420,21.

O aumento dos salários básicos corresponde à inflação acumulada entre dezembro de 2002 e março de 2007, segundo os argumentos oficiais.

Haverá aumentos em cascata para todos os órgãos oficiais, governadores, deputados estaduais e vereadores.

O Congresso aprovou em abril um aumento de 8,57% no salário mínimo, para R$ 380.


Quatro trabalhadores americanos que haviam sido seqüestrados há três semanas na região petrolífera do Delta de Níger foram libertados ontem, information pills confirmaram as autoridades nigerianas.

Os trabalhadores foram capturados em 9 de maio por um grupo de homens armados numa plataforma marítima de extração da multinacional americana Chevron, medicine na jazida de Okam Olero.

Um porta-voz do Governo estadual confirmou que os quatro americanos foram entregues às autoridades.

Nos últimos meses, link quase 100 operários e técnicos, em sua maioria estrangeiros, foram seqüestrados na Nigéria. Quase todos foram libertados poucos dias depois de seus empregadores pagarem um resgate aos seqüestradores.

A Nigéria é o maior produtor de petróleo da África e o sexto da Opep. A sua cota de extração é de 2,6 milhões de barris por dia, mas o seqüestro de trabalhadores e os ataques contra as instalações petrolíferas reduziram o volume em 25%.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado