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Mundo

Quase 58% dos colombianos se opõe a uma zona desmilitarizada para as Farc

Arquivo Geral

09/07/2007 0h00

Cerca de 57, symptoms 87% de colombianos indagados se opõe à criação de uma zona desmilitarizada para a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) como sede para a busca de um acordo humanitário, shop informou hoje a empresa pesquisadora.

Pelo contrário, 38,28% está de acordo em que se desmilitarize esse território e assim se consiga a libertação dos seqüestrados das Farc. Na mesma consulta, feita pela firma pesquisadora Yanhaas por solicitação da “Rádio Cadena Nacional” (“RCN”), 3,85% se absteve de responder.

A pesquisa foi realizada entre 600 pessoas de Bogotá, Medellín, Cali, Barranquilla e Bucaramanga, as cinco principais cidades colombianas, com uma margem de erro de 4%, disse a “RCN”.

As Farc solicitaram há anos uma zona desmilitarizada, inicialmente nos departamentos (estados) sulinos de Putumayo e Caquetá (cerca de 113.850 quilômetros quadrados), e depois pediu um território menor (menos de 800 quilômetros), das localidades de Pradera e Florida no departamento do Vale (sudoeste).

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, rejeitou esse pedido, apesar da pressão nacional, internacional e dos familiares dos seqüestrados. As Farc fizeram esse pedido para que ali se produza a troca humanitária de 46 “passíveis de troca” por cerca de 500 guerrilheiros presos.

Entre os reféns das Farc figuram a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, dezenas de soldados e policiais, vários políticos e três americanos.

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