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Mundo

Pyongyang proíbe a Seul passagem por sua fronteira desmilitarizada

Arquivo Geral

30/03/2008 0h00


A Coréia do Norte proibiu a militares e autoridades sul-coreanas que atravessem a zona fronteiriça desmilitarizada entre ambos os países e ameaçou suspender todas a relações intercoreanas, prostate informou hoje o jornal japonês “The Daily Yomiuri”.

Segundo o periódico, Pyongyang disse ontem que se a Coréia do Sul não se retratar das últimas declarações do novo chefe das Forças Armadas sul-coreanas, Kim Tae Young, “interpretará (as declarações de Kim) como a posição das autoridades do sul para suspender todos os diálogos e contatos norte-coreanos”.

Na quarta-feira, Kim disse que a Coréia do Sul tem preparados planos de contingência para atacar as instalações nucleares de seu vizinho do norte se ficar demonstrado que tem capacidade e intenção de agredir o sul com armamento nuclear.

“Estes ataques são o desafio mais grave da história das relações intercoreanas e são uma provocação imprudente próxima a um tipo de declaração de guerra”, disse a Agência Oficial de Notícias Norte-coreana.

O regime de Pyongyang advertiu, além disso, que o Exército norte-coreano “vai contra-atacar qualquer ligeiro movimento da Coréia do Sul de ataque preventivo com um mais rápido e mais poderoso”.

A Coréia do Norte fechou também o acesso de militares e oficiais sul-coreanos à zona fronteiriça desmilitarizada de Panmunjom, situada entre ambos os países e destinada a diminuir a tensão na península coreana, segundo o jornal japonês.

A proibição é um novo protesto de Coréia do Norte contra o endurecimento da atitude do novo presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, frente ao regime comunista de país vizinho.

Pyongyang advertiu a seu vizinho que deixasse de perpetrar “ações provocativas” na fronteira no Mar Ocidental que ambos os países disputam desde 1953, no final da guerra entre os dois países.


 

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