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Protestos paralisam Líbano e deixam três mortos

Arquivo Geral

23/01/2007 0h00

Estão abertas, sick visit this site até o dia 13 de fevereiro, rx as inscrições do concurso público da Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON). O concurso oferece 76 vagas, sendo 47 de nível fundamental, nove vagas de nível médio e 21 vagas para nível superior, todas para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Os interessados podem se inscrever pelo site www.fec.uff.br, com o pagamento da taxa de R$ 30, R$ 45 e R$ 60, para os níveis fundamental, médio e superior, respectivamente. Ou também podem se inscrever, até dia 8 de fevereiro, nas agências credenciadas dos Correios (confira no edital).

Os salários oferecidos variam de R$ 433 a R$ 2.916.

Clique aqui e confira o edital

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Estado do Paraná abre, drug a partir do dia 2 de fevereiro, as inscrições no concurso público para os cargos de atendimento comercial, carteiro, de nível médio e técnico industrial em eletrônica e contabilidade. São oferecidas 50 vagas e salários de R$ 508,78, R$ 2.308,88 e R$ 1.110,61, para os cargos oferecidos, respectivamente.

As inscrições seguem até o dia 22 de fevereiro pelo site www.exatuspr.com.br. As taxas de participação são de R$ 17 para os cargos de carteiro e atendente, e R$ 25 para o cargo de técnico.

Clique aqui e confira o edital

O PSDB decidiu por aclamação apoiar a candidatura do deputado Gustavo Fruet (PR) à presidência da Câmara. O partido reuniu sua bancada hoje para desfazer um acordo firmado anteriormente com o PT, click no qual decidira aderir a campanha do petista Arlindo Chinaglia (SP).

A reunião tucana havia começado há apenas cinco minutos quando Fruet recebeu a adesão de seus colegas. Compareceram ao encontro, advice 45 dos 64 deputados da legenda. Nesta tarde, o também candidato Aldo Rebelo (PCdoB-SP), atual presidente da Casa, recebeu a adesão formal do PSB, sigla que conta com 27 parlamentares na Câmara.

O primeiro-ministro do Líbano, case Fouad Siniora, disse hoje que vai se manter firme contra a "intimidação" e criticou os protestos da oposição que deixaram três mortos e mais de 110 feridos, segundo a polícia.

Manifestantes tomaram as ruas do Líbano hoje, bloqueando estradas e montando barricadas de pneus em chamas na tentativa de derrubar o governo de Siniora. Houve confrontos com defensores do governo.

"Vamos nos manter unidos contra a intimidação. Vamos nos manter unidos contra a luta", disse Siniora em um discurso na televisão.

"O dever do Exército e das forças de segurança não permite nenhuma flexibilidade ou concessão em relação ao interesse público, ordem ou paz cívica", completou.

A onda de violência aumentou ainda mais a pressão do Hezbollah, grupo que conta com o apoio do Irã e da Síria, e de seus aliados xiitas e católicos para destituir o gabinete de Siniora, que é apoiado pelo Ocidente. A oposição quer a realização de eleições parlamentares antecipadas.

Soldados libaneses tentaram manter os grupos rivais longe um do outro, mas a polícia disse que um integrante do partido pró-governo Forças Libanesas morreu com um tiro na cabeça na cidade de Batroun, ao norte de Beirute. Duas outras pessoas foram mortas a tiros em Trípoli. Segundo a polícia, 45 pessoas ficaram feridas a bala, a maioria nas cidades cristãs de Biblos e Halba.

Os protestos fizeram com que Siniora atrasasse sua viagem para Paris, onde vai participar de uma conferência internacional de doações para o Líbano. De acordo com dados policiais, no total mais de 110 pessoas ficaram feridas nos confrontos em Beirute e nas áreas cristãs do norte do país.

A fumaça negra invadiu o horizonte de Beirute e as principais vias da cidade foram bloqueadas. Uma greve geral havia sido convocada pelo Hezbollah e seus aliados.

Várias empresas aéreas cancelaram seus vôos por causa dos protestos. Cerca de 300 passageiros ficaram ilhados no aeroporto porque as vias em torno estavam bloqueadas. "Esse governo só entende a força, e hoje é só uma pequena lição", disse o manifestante Jamil Wahb, em um bairro xiita. "Vamos ficar aqui até eles cederem".

O Exército, que já vinha protegendo gabinetes do governo no centro de Beirute desde que os protestos da oposição começaram, no dia 1º de dezembro, não tem mais muitos soldados para mobilizar. A corporação já estava sobrecarregada pelo patrulhamento no sul do Líbano e na fronteira com a Síria, depois da guerra de julho e agosto entre o Hezbollah e Israel.

Siniora rejeitou as reivindicações da oposição. Em vez disso, anunciou um plano de reformas econômicas que será apresentado na quinta-feira na conferência de Paris, que visa a obter contribuições para a reconstrução do país, que sofreu graves danos na guerra.

O vice-líder do Hezbollah, Naim Kassem, disse à TV Al Jazeera que os protestos vão continuar. "Vamos dar nosso máximo para manter nosso controle, mas divido com vocês minha preocupação com o outro lado, que não tem esse tipo de controle", disse ele.

A campanha da oposição aumentou as tensões entre sunitas e xiitas no Líbano, que se enfrentaram na guerra civil de 1975 a 1990.

O governo é apoiado pelo líder sunita anti-Síria Saad al-Hariri. Na oposição estão os grupos xiitas Hezbollah e Amal. Os católicos estão divididos entre os dois lados.

Leia também:
» Barricadas da oposição paralisam o Líbano

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