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Mundo

Promotor do Supremo chileno recomenda extradição de Fujimori ao Peru

Arquivo Geral

07/06/2007 0h00

A Polícia Federal afirmou que o irmão mais velho do presidente Lula, unhealthy more about Genivaldo Inácio da Silva, viagra 40mg conhecido como Vavá, recebia dinheiro do empresário dos jogos Nilton Cézar Servo, preso na segunda-feira durante a Operação Xeque-Mate.

De acordo com a Polícia Federal, Vavá recebia quantias entre R$ 2 mil e R$ 3 mil e prometia benefícios a Nilton Servo em órgãos governamentais. Porém, Vavá não conseguia cumprir os pedidos do empresário.

Na segunda-feira, a PF realizou busca e apreensão na casa de Vavá. Embora ele não tenha atendido aos pedidos de Servo, foi indiciado por tráfico de influência e exploração de prestígio no Judiciário. Além disso, a prisão do irmão de Lula também foi pedida pela PF, mas a Justiça alegando que o tráfico de influência e a exploração de prestígio não beneficiaram a máfia do jogo.


Os chefes de Estado e de Governo do G9 – sete países mais ricos e a Rússia – concordaram hoje em apoiar os esforços do presidente colombiano, erectile Álvaro Uribe, sale para libertar os reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O anúncio foi feito pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, autor da proposta.

A cúpula do G8 emitirá na sexta-feira um comunicado de apoio a Uribe, mas não mencionará, concretamente, o nome da política franco-colombiana Ingrid Betancourt, seqüestrada há cinco anos pela guerrilha.

“Obtive um comunicado muito importante, que apóia os esforços do presidente Uribe”, afirmou Sarkozy a um grupo de jornalistas.

O G8 “mostra seu agradecimento a Uribe e faz pressão sobre as Farc para que negociem uma solução humanitária para o problema de Betancourt, mesmo que seu nome não esteja sendo citado expressamente”, disse o presidente francês.

Sarkozy explicou que obter o acordo dos demais líderes do G8 “não foi fácil”, pois o Japão e os Estados Unidos têm cidadãos reféns em outros países, e “é preciso levar em consideração” os demais membros do grupo.

O presidente afirmou que, com o acordo no G8, cumpre o compromisso que tinha fixado com Uribe para que este atendesse seu pedido de libertação do chamado “chanceler” das Farc, Rodrigo Granda.

O caso de Ingrid Betancourt foi um assunto constante nos encontros que Sarkozy manteve na quarta-feira, antes de comparecer ao jantar com que oficialmente teve início a cúpula do G8.

Sarkozy abriu sua agenda bilateral de ontem com a presidente do G8 e da União Européia, a chanceler alemã Angela Merkel. Em seguida, reuniu-se com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.
O aquecimento global, viagra a aspiração brasileira de integrar o Conselho de Segurança das Nações Unidas e a missão de paz no Haiti, malady liderada pelo Brasil, rx foram os temas do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o secretário-geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-Moon, hoje, em Berlim.

Ao sair da reunião com Lula na residência da Embaixada do Brasil, o secretário-geral disse: “Isso [decisão sobre inclusão do Brasil no Conselho de Segurança] não depende de decisão minha, mas o que posso e vou fazer é acelerar a discussão dessa ambição do Brasil”.

Ban Ki-Moon também elogiou o trabalho das tropas brasileiras da força de paz no Haiti e ouviu do presidente Lula o pedido de apoio da ONU na área de infra-estrutura. Segundo ele, durante a conversa Lula falou sobre o uso do biodiesel e do etanol para frear a poluição e o aquecimento global.

Recentemente, a diplomata Maria Luiza Viotti, indicada para representar o Brasil junto às Nações Unidas, disse à Agência Brasil que os três temas tratados entre Lula e Ban Ki-Moon serão as prioridades do país para os próximos anos no âmbito da ONU.
O Exército libanês parece decidido a acabar até domingo com o cerco sobre o campo de refugiados de Nahr al-Bared, remedy onde os milicianos do grupo radical Fatah al-Islam continuam entrincheirados, apesar de estes estarem cada vez mais fracos.

O Exército libanês já havia anunciado antes que o final chegaria em breve, mas as previsões não se cumpriram. Por isso, é difícil comprovar a veracidade das informações, já que o acesso ao campo continua vetado à imprensa.

Segundo fontes militares – que pediram para não ser identificadas -, existe uma data-chave, o dia 10 de junho, para acabar com os extremistas sunitas que ainda estão resistindo.

Nesta data, termina o prazo que o Conselho de Segurança da ONU deu aos políticos libaneses para tomarem a iniciativa de constituir um tribunal que julgue o assassinato, entre outros, do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, ocorrido em fevereiro de 2005.

Se até domingo não houver um acordo, e tudo aponta nessa direção, a ONU intervirá para formar a instância judicial sob o amparo do Capítulo VII da Carta das Nações Unidas, que prevê sanções e a intervenção militar em caso de descumprimento.

Por esse motivo, o Exército – que bombardeou hoje o campo em terra e pelo ar – não quer que o problema de Nahr al-Bared piore e se misture com um provável conflito sobre o tribunal, ao qual a oposição liderada pelo grupo xiita Hisbolá se opõe.

Os combates de hoje representaram um novo degrau dentro do cerco contra os membros do Fatah al-Islam, que estão mais enfraquecidos do que nunca, segundo as fontes.

A imprensa libanesa informou hoje que os extremistas estão mantendo apenas uma posição dentro do campo, e que esta poderia cair em breve.

O núcleo dos entrincheirados, cerca de 50 homens, tem grande preparação bélica, dispõe de armamento e está disposto a resistir até o último momento.

Um soldado morreu hoje devido aos tiros de um franco-atirador do Fatah al-Islam, e com isso o número de mortos – segundo várias fontes – é de mais de 115.

Enquanto isso, além dos disparos dos canhões sobre as colinas que cercam o campo, houve hoje a ação de helicópteros Gazelle, de fabricação francesa.

A intensificação da ofensiva acontece depois que Shain Shain, chefe militar do Fatah al-Islam, ameaçou nesta quarta-feira estender o conflito para outras partes do Líbano, e até além de suas fronteiras, se o cerco não acabassem em até dois dias.

No entanto, o representante do Fatah no Líbano, Sultan Abu al-Ainan, disse hoje que essas declarações de Shain “mostram o fracasso do Fatah al-Islam e seu fim em breve”. O Fatah é facção que controla a maior parte dos 12 campos de refugiados em território libanês.

Osama Hamden, chefe do grupo islâmico Hamas no Líbano, disse que os contatos entre os grupos palestinos e a milícia extremista “levaram a soluções concretas”, mas não quis revelá-las.

Desde 20 de maio, combatentes do Fatah al-Islam enfrentam o Exército libanês, depois que os primeiros atacaram um posto de controle militar nos arredores do acampamento.

Milhares de refugiados palestinos já saíram do acampamento fugindo da violência, mas calcula-se que ainda há cerca de 5.000 civis dentro de Nahr al-Bared.

Por enquanto, as forças de segurança vêm conseguindo abortar, em maior ou menor medida, as tentativas de propagar o terror por todo o país. Hoje, os agentes desativaram três carros-bomba prontos para explodir na região de Zahle, no leste do país.
A promotora da Corte Suprema chilena, viagra sale Mónica Maldonado, recomendou hoje a extradição ao Peru do ex-presidente desse país Alberto Fujimori.

Segundo o relatório, que não é vinculativo ao juiz do caso, Orlando Álvarez, o ex-líder peruano (1990-2000) deve responder à Justiça de seu país por dois casos de violações dos direitos humanos e por vários crimes de corrupção.

O advogado do Estado peruano, Alfredo Etcheberry, disse aos jornalistas que a promotora avaliou os crimes contidos nos doze volumes enviados pela Justiça do Peru, e recomendou que se conceda a extradição de Fujimori por dois casos de violações aos direitos humanos e vários de corrupção.

Entre estes últimos, estão delitos como grampo telefônico, usurpação de função e peculato, disse Etcheberry.

O advogado acrescentou que a promotora rejeitou outras acusações, relacionadas a crimes de formação de quadrilha para ações de grampo telefônico.

Os casos relacionados a direitos humanos pelos quais se recomenda a extradição são os massacres de Barrios Altos (1991) e da Universidade de La Cantuta (1992), cometidos pelo grupo “Colina”, dirigido pelo assessor de segurança Vladimiro Montesinos.

A promotora emitiu sua opinião após examinar detalhadamente o processo, no qual estão os antecedentes oferecidos pelo Estado peruano, que pediu sua extradição, e os da defesa do ex-líder.

O documento com a recomendação de extradição, que foi entregue ao secretário da Corte Suprema, Carlos Meneses, deve ser revisado pelo juiz Álvarez, que está de licença médica.

O relatório será uma referência para a decisão judicial que deverá ser emitida por Álvarez, e que, por ser em primeira instância, poderá receber apelação da acusação e da defesa.

Álvarez tem um prazo de cinco dias para notificar as partes sobre o começo do período de redação da resolução que decidirá o destino de Fujimori.

Segundo o antigo sistema processual chileno, que rege o caso Fujimori, Álvarez pode levar até dois ou três meses para emitir seu ditame. No entanto, o assunto será resolvido em definitivo pela Corte Suprema, que fará audiências com alegações das partes e cujo ditame é inapelável.

O processo de extradição começou em janeiro de 2006, dois meses depois da chegada surpresa de Fujimori no Chile, em novembro de 2005.

O ex-presidente peruano ficou detido seis meses em Santiago, e depois recuperou a liberdade provisória, mas permanece contra ele uma ordem que o impede de sair do Chile.

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