Cerca de 1.500 professores do México bloquearam hoje o cruzamento fronteiriço entre Tijuana, sales no noroeste do país, web e a cidade americana de San Diego, em protesto que impediu a circulação de veículos por várias horas.
Os professores, que se manifestaram contra uma lei trabalhista, foram obrigados a ficar a mais de 500 metros da área do controle de segurança por centenas de integrantes das Policiais federal, estatal e municipal.
A primeira linha de contenção portava materiais antidistúrbios, e na segunda alguns oficiais estavam armados, caso ocorresse algum tipo de violência.
Os manifestantes gritaram palavras de ordem contra a Lei do Instituto de Segurança e Serviços Sociais para Trabalhadores do Estado (ISSSTE), aprovada este ano.
Também expressaram inconformismo com o presidente do México, Felipe Calderón, e a dirigente nacional do Sindicato Nacional de Trabalhadores da Educação (SNTE), Elba Esther Gordillo.
Depois entoaram o hino nacional mexicano e o da região da Baixa Califórnia e se sentaram no chão, permanecendo assim por várias horas.
Embora no território mexicano não tenham sido criadas longas filas de automóveis que esperavam atravessar rumo a território americano, o protesto causou moléstia entre os turistas americanos e locais que pretendiam cruzar a fronteira.