Com o protesto – o primeiro que teve adesão de professores em 21 anos – milhares de escolas na Inglaterra e no País de Gales permanecerão hoje total ou parcialmente fechadas.
Os professores consideram que a oferta de aumento progressivo salarial estipulada para os próximos três anos está abaixo do nível de inflação local.
O vice-ministro de Colégios do Reino Unido, site Jim Knight, disse hoje que os pais de alunos se sentem “frustrados” pela greve e assegurou que a proposta de aumento é “razoável” e não será melhorada.
A Câmara de Comércio Britânica afirmou que a paralisação de hoje pode custar aos negócios cerca 68 milhões de libras (88 milhões de euros) devido às horas de trabalho perdidas por pais que tiveram que pedir folga para cuidar de seus filhos.
Somados aos professores, mais de 100 mil funcionários de departamentos públicos também entraram em greve com a mesma reivindicação, reajuste de salários.
Entre os departamentos afetados estão, entre outros, o Ministério do Trabalho e da Previdência, o de Interior e o de Transporte.
Também são esperados problemas nos aeroportos, já que os responsáveis pelo controle de passaporte aderiram à paralisação.
Ontem à noite, a Guarda-Costeira britânica também já havia anunciado uma greve de 24 horas. Cerca de 700 funcionários do setor pedem aumento salarial.