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Produtos, assuntos financeiros e serviços lideram ranking de reclamações dos Procons

Arquivo Geral

10/12/2008 0h00

De acordo com o Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas 2008, illness divulgado hoje (10) pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), diagnosis as áreas que tiveram mais reclamações foram a de produtos, viagra 40mg com 61.041 (65%), assuntos financeiros, com 15.175, e serviços essenciais, com 12.925.


Em produtos, aparelhos de telefones celulares respondem por 56,1% do total de reclamações. Com mais de um terço de todas as reclamações que constam no cadastro, os celulares tiveram 34.256 queixas registradas e consideradas procedentes pelos Procons estaduais.


A telefonia, fixa e móvel, também tem altos níveis de reclamações – é responsável por 75,5% das queixas relacionadas a serviços essenciais. Já entre os assuntos financeiros, os cartões de crédito são os vilões, com 39,6% das reclamações.


Segundo o diretor do DPDC, Ricardo Morishita, tão importante quanto o número de reclamações que uma empresa recebe é quantas dessas são atendidas ou não.


Nesse ponto, novamente os celulares lideram o ranking negativo. Siemens, Pantech Brasil Comercialização de Celulares Ltda e Gradiente são as três primeiras da lista de empresas que não atendem as queixas dos consumidores, com 45,6%, 41,5% e 38,4% de reclamações não atendidas, respectivamente. Em seguida, vem a empresa de telefonia móvel Oi, com 37% das queixas ignoradas, e Banco Itaucard, com 36,8%, fechando o ranking das cinco primeiras.


“Trocando em miúdos, se um consumidor levar um produto da Siemens, ele tem 45% chance de ter a sua queixa não atendida caso haja algum problema, mesmo com a interferência do Procon”, explica Morishita. “Isso serve para balizar a escolha do consumidor ao adquirir um produto”, completa.


Segundo ele, esse tipo de cadastro serve também para influenciar as políticas públicas e as ações de fiscalização das agências reguladoras. “Quando não atende a uma reclamação, a empresa pode sofrer várias sanções, como multas, por exemplo. Em Goiás, onde se percebeu que o problema era grave, várias lojas chegaram a ser fechadas”, explicou o diretor do DPDC.


Morishita lembrou também que empresas em dificuldades financeiras tendem a ter a situação refletida no atendimento, que piora. “Para isso existe o princípio da solidariedade, onde um loja que é revendedora também é responsável pelo produto vendido”, finalizou.

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