Em declarações divulgadas pela agência de notícias local “Fars”, Habibi afirmou que as agitações podem ser consideradas “atividades criminosas” contra a segurança do Estado, delito que, segundo a lei islâmica iraniana, pode levar à pena capital.
“Advertimos esses poucos ativistas controlados pelo exterior que tratam de violar a segurança nacional incitando outros a destruir que, segundo o código penal islâmico, a condenação contra aqueles que fazem a guerra a Alá é a morte”, afirmou.
Habibi pediu para que os que provocaram distúrbios nesta cidade “evitem as ações ilegais e voltem a se unir à nação”.
Desde sábado, o Irã é palco de protestos e distúrbios entre a oposição, que denuncia uma suposta fraude nas eleições presidenciais da semana passada, e as forças de segurança apoiadas por grupos de milicianos islâmicos Basij, em confrontos que deixaram pelo menos sete mortos.