Embora as autoridades de saúde dos Estados Unidas garantam que comer carne de porco é seguro, page a companhia Smithfield Foods, hospital a maior processadora de carne suína do mundo, clinic informou sobre uma redução significativa do consumo deste produto devido ao foco de gripe suína.
O Departamento de Agricultura dos EUA e o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês) emitiram um comunicado na semana passada no qual reiteraram aos consumidores que comer carne de porco não é perigoso.
O presidente da Smithfield Foods, Larry Pope, disse na terça-feira que o consumo geral de carne de porco caiu 26% na semana passada e o preço diminuiu 10%.
“Este é um caso de uma identidade equivocada”, disse Pope, referindo-se que a doença causada pelo vírus A (H1N1) foi denominada de gripe suína, o que causou confusão entre os consumidores de que o consumo de carne de porco seria perigoso.
O CDC esclareceu que o vírus não é transmitido por comida, mas por contato com humanos.
A carne de porco é “segura, nossos porcos são seguros, assim como nossos trabalhadores”, reafirmou Pope.