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Primeiros resultados oficiais no Uruguai confirmam vantagem da Frente Ampla

Arquivo Geral

26/10/2009 0h00

Os primeiros resultados oficiais das eleições gerais realizadas neste domingo no Uruguai confirmam a vitória da coalizão governante de esquerda Frente Ampla (FA) e a
necessidade de um segundo turno, dentro de um mês, para definir o futuro presidente do país.Segundo os primeiros dados da Corte Eleitoral, após computar-se 19% dos votos emitidos, as porcentagens são:


Frente Ampla: 39,15%.


Partido Nacional: 34,35%.


Partido Colorado: 19,21%.


Partido Independiente:  1,85%.


Assembleia Popular: 0,34%.


 


Em Montevidéu, onde a FA tem seu maior volume de votos foram
apurados apenas até agora 1% dos sufrágios. Segundo concordam as pesquisas das três principais empresas do setor no país, que incluem votos de todo o Uruguai, a Frente Ampla
ganhou as eleições gerais com entre 47% e 49% dos votos, apesar de que será preciso um segundo turno para definir o novo presidente.Nesse segundo turno, que será realizado no dia 29 de novembro, o candidato da FA, José “Pepe” Mujica medirá forças com o do Partido Nacional ou “Blanco”, o ex-presidente Luis Alberto Lacalle, que teria obtido entre 28% e 3 % dos votos, segundo essas enquetes.

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    Arquivo Geral

    26/10/2009 0h00

    Com mais do 80% dos resultados oficiais apurados das eleições realizadas no domingo no Uruguai, está confirmada a vitória do governante da Frente Ampla e a necessidade de um segundo turno, dentro de um mês, para definir o futuro presidente.

    Conforme dados da comissão eleitoral, após a apuração de 82% das urnas, a Frente Ampla registra 46,5% dos votos, seguido pelo Partido Nacional, com 30,1%. Nas três últimas posições aparecem o Partido Colorado, com 17,5%, o Partido Independiente, com 2,3% dos votos e a Assembleia Popular, com 0,6%.

    No segundo turno, que será realizado em 29 de novembro, o candidato à Presidência da Frente Ampla, José “Pepe” Mujica vai enfrentar o conservador Partido Nacional, o ex-presidente Luis Alberto Lacalle.

    Com relação aos plebiscitos que estão sendo realizados simultâneos às eleições, os dados indicam que não serão alcançados os votos suficientes para aprovação das reformas solicitadas.

    Assim, só 45,5% dos uruguaios apoiaram a anulação da Lei de Caducidade que deixou impunes os crimes de Estado cometidos pela ditadura uruguaia (1973-1985).

    De acordo com os dados, 35,6% dos cidadãos concordaram que os uruguaios residentes em outros países podem votar pelo correio.

    Ambas as iniciativas precisavam do apoio de mais de 50% dos votos para ser aprovadas.

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