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Mundo

Primeiro-ministro de Israel anuncia intensificação das incursões em Gaza

Arquivo Geral

06/01/2008 0h00


O primeiro-ministro de Israel, buy information pills Ehud Olmert, approved afirmou hoje, durante a reunião semanal de seu gabinete, que resolveu “intensificar” as respostas militares aos ataques de milicianos ao sul de Israel com foguetes lançados de Gaza.

O disparo de um foguete Katyusha contra a cidade de Ashkelon na quinta-feira passada significa “uma grave escalada nas atividades terroristas em Gaza”, disse Olmert ao fazer seu anúncio.

O foguete, de 122 milímetros de diâmetro e um alcance de 20 quilômetros, tem capacidade para carregar oito quilos de explosivos em sua ogiva, o que o torna muito mais destrutivo que os Qassam que costumam ser lançados todos os dias pelos milicianos de Gaza.

O míssil lançado quinta-feira percorreu 16,5 quilômetros de Gaza até Ashkelon, colocando em perigo 250 mil israelenses que moram próximo ao território palestino.

A ordem de intensificar as operações contra as milícias foi dada às Forças Armadas pelo ministro da Defesa, o general reformado Ehud Barak, afirmou Olmert.

Nos últimos meses, aproximadamente 100 palestinos morreram em ataques israelenses em Gaza, inclusive civis, enquanto o Exército de Israel não sofreu baixas.

As forças militares têm autorização para realizar incursões até três quilômetros dentro do território autônomo de Gaza, governado pelo Hamas.

Esta manhã, o Exército lançou uma nova operação, desta vez nas imediações do campo de refugiados de El Bureij, na região central da Faixa de Gaza. Fontes palestinas informaram que um miliciano morreu e outros quatro ficaram feridos nos confrontos.

“Vamos continuar respondendo aos terroristas de Gaza. Tomaremos a iniciativa e daremos um golpe em quem lança esses foguetes contra nossa população”, garantiu Olmert, fortemente pressionado pelos atingidos diretamente por esses mísseis, como os habitantes da cidade de Sderot, que exigem uma invasão israelense na Faixa de Gaza.

Além disso, Olmert afirmou a seus ministros que as operações na Cisjordânia também continuarão, apesar dos protestos do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

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