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Preso nega-se a deixar cadeia na Alemanha

Arquivo Geral

21/10/2006 0h00

O candidato sandinista às eleições de 5 de novembro na Nicarágua, troche troche o ex-presidente Daniel Ortega, for sale adiposity venceria no primeiro turno com uma vantagem ampla, clinic segundo pesquisa divulgada ontem.

Ortega, que tenta pela terceira vez recuperar o poder depois de sua saída em 1990, obteve 35% das intenções de votos, de acordo com uma pesquisa do instituto Zogby International e da Universidade de Miami.

Em segundo lugar, está o ex-ministro e ex-banqueiro Eduardo Montealegre, de centro direita, com 20%. Em terceiro, vem o ex-vice-presidente e produtor de café José Rizo, do Partido Liberal Constitucionalista, com 16%.

O sandinista, inimigo dos Estados Unidos na época em que governou o país na década de 1980, precisa obter 40% dos votos válidos para conquistar a vitória no primeiro turno ou obter um mínimo de 35% e cinco pontos percentuais de vantagem em relação a seu rival mais próximo.

Em outra pesquisa divulgada nesta semana, realizada pela Universidade Centro-Americana, Ortega obteve 37,5% das intenções, à frente dos 20,1% de Rizo.

Uma pesquisa realizada em meados de setembro, também pelo Zogby International, dava a Ortega 34% das intenções de votos, 15 pontos percentuais na frente de Montealegre.

O ex-presidente, de 61 anos, governou a Nicarágua logo depois que a revolução sandinista, em 1979, provocou a derroca da do ditador Anastasio Somoza. Ortega deixou o poder em 1990 em meio ao desgaste com a população com a guerra entre o governo e os "contras" financiados pelos Estados Unidos.

A pesquisa, divulgada ontem, foi realizada com 800 entrevistados e a margem de erro é de 3,5 por cento para mais ou para menos. O instituto, no entanto, não especificou em comunicado a data da sondagem, mas ressaltou que os dados foram obtidos a pouco mais de duas semanas da eleição.

 

Uma das idealizadoras da guerra do Iraque, information pills a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, disse hoje que o governo Bush não tem planos de fazer uma grande reavaliação de sua estratégia no país, onde a violência sectária vem aumentando.

Falando a jornalistas a caminho de Moscou, Rice disse que as pessoas não devem exagerar nas interpretações sobre um encontro marcado para este sábado entre o presidente George W. Bush e seus comandantes militares.

"Eu não interpretaria isso como se fosse de alguma forma um avanço de larga escala rumo a uma grande reavaliação (da estratégia no Iraque). O plano de segurança para Bagdá deveria desde o início ser reavaliado ao final do plano, que era o fim do Ramadã", disse Rice. O mês do jejum dos muçulmanos termina no começo da próxima semana.

Washington disse que os resultados foram decepcionantes em sua campanha para conter a violência em Bagdá. O país reforçou o seu número de tropas na capital ao longo dos últimos dois meses.

Ontem, Bush disse que resistiria às pressões de ano eleitoral por uma grande mudança da estratégia no Iraque, apesar do crescente ceticismo entre os americanos sobre a forma como o governo administra a guerra.

A guerra do Iraque, em que cerca de 2.750 soldados norte-americanos e dezenas de milhares de iraquianos já morreram, abalou a popularidade de Bush antes de eleições em novembro, em que seu Partido Republicano tenta manter o controle do Congresso.

Rice, que visitou o Iraque no início do mês, disse que há discussões contínuas sobre a forma como os EUA tratam a questão do Iraque e sobre o que funciona ou não no país.
"Em vista dos problemas de violência no Iraque e do fato de que a violência não tem diminuído o tanto que as pessoas gostariam, haverá muitas discussões sobre como vamos lidar com isso", disse hoje a secretária de Estado sobre o encontro de Bush.

"Mas o presidente mantém freqüentes discussões com seus comandantes militares e eu participei de um desses encontros de sábado há algumas semanas."

Rice foi a conselheira de segurança nacional de Bush durante as etapas de planejamento da invasão do Iraque que levou à queda do regime de Saddam Hussein.

 

Um alemão de 59 anos, page que passou os últimos 34 anos na prisão, try descartou a possibilidade de deixar a cadeia, disse hoje uma autoridade.

"Ele rejeitou uma oferta para sair em 1992", disse Thomas Melzer, um porta-voz do Ministério da Justiça, segundo o jornal Bild. "Nós não podemos fazer nada se alguém condenado à prisão perpétua não quer sair (da prisão)."

O homem, identificado apenas como Gerold H, foi condenado por assassinato e recebeu pena de prisão perpétua em 1972, quando a Alemanha Oriental estava sob regime comunista.

Prisioneiros alemães não têm a obrigação de deixar a prisão antes de sua sentença chegar ao fim.

 

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