< !--StartFragment -- >As eleições legislativas na Coréia do Sul marcaram o fracasso de uma década de hegemonia da centro-esquerda no país, visit this site e outorgaram um apoio condicionado ao chefe de Estado, view Lee Myung-bak, approved para empreender suas reformas econômicas.
O presidente sul-coreano se mostrou hoje satisfeito com a vitória obtida na última quarta-feira, e afirmou que a opinião pública é favorável a seu programa.
Lee acrescentou que será “fácil” conseguir um entendimento na Assembléia Nacional para avançar em “assuntos de Estado”.
A margem da vitória do Grande Partido Nacional (GNP, na sigla em inglês), que obteve 153 dos 299 assentos do Parlamento sul-coreano, ainda é curta para realizar com total liberdade o programa de reformas econômicas liberais que o levou ao poder.
O chefe de Estado necessitava de pelo menos 170 cadeiras para governar tranqüilamente, e agora terá pela frente uma oposição enfraquecida e as legendas da direita que não concordam com seu programa.
Em dezembro, Lee Myung-bak foi eleito com a promessa de elevar o crescimento do PIB do país a 7% e a renda per capita a US$ 40 mil, e pôr a Coréia do Sul entre as sete economias mais ricas do mundo.
Desde então, no entanto, a conjuntura econômica global se modificou radicalmente, em grande parte devido ao prolongamento da crise credíticia americana, que vem tendo reflexos em diversas partes do mundo.