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Mundo

Presidente iraniano volta a acusar Israel de regime racista e <i>desumano</i>

Arquivo Geral

22/04/2009 0h00

O presidente iraniano, information pills Mahmoud Ahmadinejad, hospital voltou hoje a qualificar Israel de racista, click e acrescentou que “é um regime desumano e que não respeita os princípios da fé”.

Em seu discurso perante o congresso internacional de promotores de países islâmicos, realizado em Teerã, o líder atacou duramente “uma ideologia sem valores”, que, segundo ele, apoderou-se do mundo.

“O sionismo é um sistema político muito complexo e rude que é contra a humanidade e as doutrinas dos profetas, e que foi fundado a fim de submeter o mundo”, disse.

Neste sentido, afirmou que “o sionismo é equivalente a racismo” e insistiu em que os “sionistas controlam por trás o Conselho de Segurança da ONU e outras entidades internacionais”.

“Israel usa uma máscara falsa. Pretende ser partidário do judaísmo, mas, na realidade, não tem moral e valores religiosos”, disse.

Na segunda-feira passada, durante a conferência da ONU sobre o racismo realizada em Genebra, Ahmadinejad já havia acusado o Estado israelense de ser racista, o que fez com que representantes de vários países saíssem da sala e gerou críticas de grande parte da comunidade internacional.

O líder iraniano criticou a ordem política mundial, ao indicar que o Conselho de Segurança da ONU sempre “recebeu com silêncio os crimes desse regime (israelense), como os recentes bombardeios contra civis em Gaza”.

O Irã apresentou vários requerimentos à Interpol para que detenha mais de 50 responsáveis israelenses, aos quais acusa de crimes de guerra.

Entre os denunciados, estão o presidente israelense, Shimon Peres, e o ex-primeiro-ministro Ehud Olmert.

Além disso, Ahmadinejad fez constantes referências ao “sionismo mundial, que – disse – personifica o racismo”, e chamadas para uma reforma da ordem política internacional.

A conferência de promotores de países islâmicos começou ontem, em Teerã, com o objetivo principal, segundo os organizadores, de evidenciar os crimes cometidos pelo Exército israelense contra a população palestina.

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