“O dia de amanhã é um momento histórico na história presente de nosso país, é um momento sumamente importante”, disse Zelaya em um pronunciamento transmitido para todo o país com a presença do corpo diplomático credenciado.
A consulta, que foi declarada ilegal pela Corte Suprema de Justiça e pelo Tribunal Supremo Eleitoral, será conduzida diretamente pelo Governo tanto em sua logística como na apuração dos resultados e foi rejeitada pela oposição porque a considera uma “farsa” com a qual Zelaya procura abrir caminho para sua reeleição.
“O povo vai participar para dar sua opinião, essa opinião uma vez dada, vai ser recolhida e enviada ao Congresso Nacional para que o Congresso Nacional diga se pode ser instalada uma democracia participativa, uma democracia real”, disse Zelaya.
O presidente disse que no caso de a população dizer que não convém a Honduras mudanças, então “não vai acontecer nada: é uma opinião como fazem as empresas pesquisadoras”.
Zelaya fez um apelo para que a consulta se desenvolva de forma pacífica.