Quase um ano depois de conseguir uma audiência na Justiça italiana para
tentar retomar a guarda de seu filho, click more about impedindo que uma família daquele país adotasse a criança, price a maranhense Civanilde Costa Marques, seek 28 anos, foi deportada na quarta-feira da França, onde faria uma conexão para a Itália.
Civanilde chegou ao Brasil na quarta-feira, e contou que as autoridades francesas não entenderam sua história, pois segundo eles, ela não teria dinheiro para se manter no país e a deportaram. "Perguntaram quanto dinheiro eu tinha e disse que tinha R$ 116. Perguntaram então como iria me manter lá (na Itália). Mostrei um endereço e falei que tinha umas pessoas esperando por mim lá".
A brasileiro foi interrogada pela polícia alfandegária francesa, com ajuda de uma tradutora, em uma sala do aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Sua audiência estava marcada para hoje, em Turim. "Foi igual à novela. Eu dizia que ia para uma audiência na Itália onde meu filho estava, e eles nem me escutavam. Comecei a chorar. Nem acreditava no que estava acontecendo, estava tão perto de chegar à Itália".
Em 1998, o filho de Civanilde, que tinha cinco anos, foi para a Itália com uma meia irmã que estava casada com um italiano, mas em 2003 a justiça retirou a guarda da irmã declarando que a criança estava em total abandono, e foi aberto um processo de adoção. Desde então, Civanilde nunca mais teve contato com o filho.
A justiça italiana enviou para a mãe uma carta informando que seu filho estava sendo adotado por uma família italiana. Então o Ministério Público do Estado do Maranhão vem dando assistência para Civanilde, inclusive pagando a passagem para a Itália. No fim do ano passado, o Ministério das Relações Exteriores destinou recursos para a contratação de um advogado na Itália para atuar no caso.
A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, em Brasília, que também acompanha o caso, comunicou a deportação de Civanilde ao Ministério das Relações Exteriores, com um pedido para que seja solicitado um adiamento da audiência.
O incêndio que destruiu um chalé perto de Bonn e deixou um homem de 77 anos de idade ferido foi provocado provavelmente por um meteoro, healing disse hoje a polícia alemã. Testemunhas contaram ter visto um arco incandescente riscando o céu.
Burkhard Rick, porta-voz da polícia de Siegburg, a leste de Bonn, afirmou que o fogo tomou conta do chalé e queimou bastante as mãos e o rosto do homem. O incidente aconteceu no dia 10 de outubro.
"Contatamos o observatório de Bochum e eles notaram que, em um dado momento, a Terra passou perto de um campo de estilhaços de meteoro e que seria possível deduzir que algumas partículas ingressaram na atmosfera", afirmou. "As partículas não costumam chegar à superfície porque se desintegram na atmosfera", acrescentou. "Mas algumas podem chegar ao solo. Acreditamos que isso foi um bólido (uma bola incandescente de meteoro) com não mais que 10 milímetros".
O presidente da Colômbia, website Alvaro Uribe, descartou hoje a possibilidade de negociar um acordo humanitário com a maior guerrilha esquerdista do país, para garantir a libertação de 62 pessoas mantidas reféns pelos rebeldes. Uribe ordenou o resgate militar dos reféns.
O líder colombiano anunciou sua decisão ao acusar a guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) de explodir um carro-bomba na sede da Escola Superior de Guerra, ontem, em Bogotá. O atentado deixou dez feridos.
"Está revogada a autorização para o comissariado (de paz) reunir-se com as Farc na zona de encontro enquanto persistirem essas ações terroristas", disse o presidente, reeleito para um segundo mandato com facilidade. "Hoje, o único caminho que resta é o resgate militar e policial dos seqüestrados. Não permitiremos que nossa boa vontade para o acordo humanitário continue sendo objeto da farsa das Farcs", afirmou.
O grupo guerrilheiro, que conta com cerca de 17 mil integrantes, mantém refém um grupo de políticos e membros das Forças Armadas. Entre esses reféns estão a ex-candidata à Presidência colombiana Ingrid Betancourt, três norte-americanos, 12 ex-deputados estaduais e cinco ex-congressistas.
Nas últimas semanas, Uribe, que investiu duramente contra as Farc, analisava a possibilidade de retirar os militares de uma área montanhosa do sul da Colômbia para facilitar o encontro com integrantes da guerrilha e negociar um acordo humanitário.
As Farc mataram o pai de Uribe, nos anos 1980, durante uma tentativa fracassada de seqüestro.
Mas o anúncio feito pelo presidente hoje coloca fim aos esforços para conseguir a libertação negociada dos reféns, alguns dos quais estão há mais de oito anos no cativeiro.