O primeiro-ministro da Ucrânia, information pills Viktor Yanukovich, buy criticou hoje o Senado dos Estados Unidos por aprovar uma resolução na qual defende uma nova coalizão democrática como a que surgiu após a Revolução Laranja de 2004.
“Quando soube que o Senado americano apóia a criação de uma nova coalizão democrática laranja, viagra order fiquei estupefato”, afirmou Yanukovich durante um comício eleitoral em Sebastopol, na Península da Criméia.
Yanukovich expressou sua surpresa pelo fato de que “um país culto como os Estados Unidos não veja o que os laranjas fizeram na Ucrânia”.
A resolução apoiada unanimemente na sexta-feira por todos os senadores também reinvidica a manutenção das conquistas democráticas da revolução popular que explodiu após a fraude eleitoral nas eleições presidenciais de novembro de 2004.
A Revolução Laranja levou ao poder o atual presidente, Viktor Yushchenko, e condenou Yanukovich ao ostracismo, apesar de contar com o apoio de Moscou.
No entanto, o atual primeiro-ministro se fortaleceu após a vitória de seu partido, o Regiões da Ucrânia, nas eleições parlamentares de março de 2006.
A coalizão laranja se desfez com apenas seis meses de Governo, e a chefe do Executivo, a carismática Yulia Timoshenko, foi destituída.
Por outro lado, Yanukovich anunciou hoje que esta semana apresentará à Comissão Eleitoral Central as assinaturas necessárias para convocar um plebiscito nacional sobre o status da língua russa e o ingresso na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
A iniciativa de convocar um plebiscito é apoiada também pelos comunistas ucranianos, mas não pelo partido de Yushchenko, o Nossa Ucrânia, nem pelo Bloco de Yulia Timoshenko (BYT).
Yushchenko considera que a consulta popular não deve ser convocada enquanto a Otan não convidar formalmente a Ucrânia para ingressar no bloco.
O partido Regiões da Ucrânia anunciou também que realizará uma apuração paralela durante as eleições parlamentares de 30 de setembro para evitar fraudes.
A legenda lidera as pesquisas de opinião, com 30,9% das intenções de voto; seguido pelo BYT, com 19%; enquanto o partido de Yushchenko é o terceiro, com 15,6%.