O primeiro-ministro da Tailândia, viagra sale Abhisit Vejjajiva, purchase declarou o estado de exceção na cidade de Pattaya, após cancelar por motivos de segurança a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) que aconteceria no local.
Vejjajiva disse que encarregou seu vice-primeiro-ministro, Suthep Thaugsuban, de pôr em prática o estado de exceção também no resto da turística província de Chomburi, situada no leste do país.
O primeiro-ministro informou ainda à emissora de TV estatal que ordenou ao Governo velar pela segurança dos chefes de Estado ou de Governo até que deixem o país.
O porta-voz governamental, Panithan Wattayanakorn, disse aos jornalistas que alguns dos líderes que participariam da cúpula da Asean “já tinham começado a deixar o local”.
“Os líderes e o Governo tailandês decidiram cancelar a cúpula, já que a situação não é segura nem para eles nem para os funcionários das delegações”, apontou o porta-voz.
O porta-voz da Cúpula da Asean, Supachai Jaisamuth, afirmou que a situação era “excessivamente violenta” para realizar o encontro.
Os manifestantes, que exigem a renúncia do Governo tailandês, entraram à força em um dos prédios da sede da cúpula de países da Ásia, segundo testemunhas.
Um grupo de aproximadamente 300 manifestantes entrou no prédio após quebrar as janelas de uma das salas do primeiro andar, e depois de superar a barreira policial montada na porta principal do hotel que receberia a cúpula em Pattaya.
Sem praticamente encontrar resistência das forças de segurança, os manifestantes se dirigiram ao local do prédio onde os líderes asiáticos almoçavam e estudavam a possibilidade de dar prosseguimento à cúpula.
A Asean é integrada por Brunei, Mianmar (antiga Birmânia), Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia, e Vietnã.
Também participariam do encontro representantes de Austrália, Nova Zelândia, Índia, Japão, Coreia do Sul e China.