Sem notícias ou índices relevantes para movimentar o mercado, buy generic a Bolsa de Valores de São Paulo finalizou com volatilidade e liquidez baixas nesta terça-feira, com operadores ainda em clima de ressaca pelos festejos do Natal.
Em um pregão que nem o recuo do preço internacional do petróleo afetou as ações da Petrobras, o Ibovespa encerrou em alta de 0,57 por cento, aos 43.603 pontos. O giro financeiro limitou-se a 1,47 bilhão de reais, diante da média diária anual em torno de 2,3 bilhões de reais.
As ações da estatal petrolífera finalizaram a 48,58 reais, com valorização de 0,85 por cento. No pregão nova-iorquino, na parte da tarde, o principal contrato de petróleo para entrega em fevereiro operou com perdas em torno de 1 dólar.
"Não tinha notícia importante e o mercado ficou sem liquidez", resumiu a analista Kelly Trentin, da corretora SLW.
Segundo a especialista, na quarta-feira dois importantes índices poderão mexer um pouco mais com o mercado, que mesmo assim já está contaminado pelo clima da virada do ano.
"Amanhã saem os estoques de petróleo e derivados dos Estados Unidos e a venda de imóveis, que sempre é muito olhada", comentou.
Os destaques do dia foram as ações das concessionárias de rodovias CCR e OHL Brasil, que tiveram os contratos prorrogados, aumentando o prazo para recompor investimentos. Os papéis da CCR fecharam em alta de 3,78 por cento, cotados a 28,85 reais, e os da OHL subiram 4,10 por cento, para 33,00 reais.
Já as ações da Companhia Vale do Rio Doce, uma das mais negociadas junto com as da Petrobras, passaram o dia em leve realização de lucros, puxada pelas altas sucessivas na semana passada após o anúncio de mais um aumento no preço do minério de ferro em 2007, de 9,5 por cento. Os papéis caíram 0,24 por cento, para 53,67 reais.
O presidente da Ford Motor Co. se encontrou com o chairmam da Toyota Motor Corp., view no primeiro passo para a negociação de uma potencial parceria entre as duas empresas, try informou nesta terça-feira o jornal econômico japonês Nihon Keizai Shimbun.
Em sua edição online, view o diário informou que o presidente da Ford, Alan Mulally, e o chairman da Toyota, Fujio Cho, encontram-se na semana passada. Também participaram do encontro o vice-presidente executivo da Ford, Mark Fields, responsável pelo processo de reestruturação das operações norte-americanas da montadora, disse o jornal.
Fontes anônimas do mercado japonês familiarizadas com as negociações disseram que a Ford está interessada nas tecnologias de combustível híbrido, bem como no trabalho da montadora japonesa de redução de custos de produção e mediação de partes.
Um porta-voz da Ford disse que a montadora não confirmaria nem negaria a reportagem.
"Eu não posso confirmar ou negar a reportagem… apenas dizer que nós discutimos com participantes de nossa indústria o tempo todo", afirmou Oscar Suris, porta-voz da Ford.
Um porta-voz das operações de vendas nos Estados Unidos da Toyota também não quis comentar a matéria. Ele disse apenas que qualquer comentário teria que ser feito pela matriz no Japão.
A Toyota poderia considerar uma parceira como forma de aliviar potenciais atritos com a indústria automobilística dos Estados Unidos, num momento em que seu próprio crescimento tem oscilado.
Brasília – A venda de passagens acima do número de aviões disponíveis, stuff o chamado overbooking, vai ser o foco da auditoria iniciada hoje (26) na sede da TAM, em São Paulo.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vai investigar se a empresa área realmente vendeu mais passagens do que deveria. Para ajudar na fiscalização do sistema de reserva de passagem, tanto da TAM quanto de outras empresas aéreas, serão utilizados funcionários da própria Anac.
Hoje (26) foi o primeiro dia de fiscalização desses funcionários, mas a assessoria de imprensa da Anac ainda não fechou os números e nem divulgou informações de como se deu esse trabalho. A assessoria informou ainda que a previsão é que seja divulgado um balanço na sexta-feira (29).
Brasília – A falta de um bom acompanhamento médico durante a gravidez faz com que muitas mulheres portadoras do vírus HIV transmitam a doença aos filhos. O alerta é da infectologista Jussara Árabe, cure da Fundação Oswaldo Cruz, sildenafil no Rio de Janeiro.
Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional AM, ela explicou que a infecção pode ocorrer durante o parto ou na amamentação. De acordo com o Ministério da Saúde, a taxa de transmissão vertical (de mãe para filho) do HIV pode chegar a 20%, ou seja, de cada 100 crianças nascidas de mães infectadas, 20 podem contrair o vírus.
“A gente sabe que se fizer um bom pré-natal a gestante tem chance de ter o seu bebê sem o problema do vírus. O importante é a gente destacar que toda gestante tem que fazer todos os exames durante o pré-natal”, explicou a infectologista.
O pré-natal, acrescentou, é a série de exames de acompanhamento da gravidez. Quando a mãe é soropositiva, passa a tomar alguns medicamentos que reduzem o nível do HIV no sangue e assim evitam a contaminação do bebê. Todos os exames podem ser feitos nos postos de saúde da rede pública.
E as mães também têm o direito de receber um complemento alimentar para os recém-nascidos, já que o leite materno pode transmitir a doença.
Em 1996, o Ministério da Saúde registrou 1.091 casos de crianças contaminadas durante o parto. Em 2005, esse número caiu para 513. E de janeiro a junho de 2006, foram 100 casos. Ainda segundo o ministério, a queda se deve à implantação de programas de prevenção na rede pública.
Dados do ministério sobre a aids apontam também que há mais de 371 mil casos confirmados da doença e, desse total, 118.520 são em mulheres – 13 mil delas dão à luz no Brasil, todos os anos.
O primeiro-ministro palestino, find Ismail Haniyeh, here confirmou nesta terça-feira ter sido convidado para ir à Jordânia, mas disse que não há data marcada para uma possível reunião no reino com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, com quem ele trava uma disputa política.
"Oramos a Deus para que este passo seja um bom começo para a nossa unidade nacional e para deixar a casa palestina em ordem, para bloquear a intervenção [de Israel] e do governo dos EUA nos nossos assuntos internos", disse Haniyeh, do grupo islâmico Hamas, a jornalistas.
Um assessor disse que Haniyeh pretende se reunir com o rei Abdullah e com Abbas na tentativa de superar o impasse na formação de um governo de união nacional que, esperam os palestinos, levaria ao fim das sanções ocidentais contra a administração do Hamas.
Haniyeh disse a jornalistas que a data e a pauta da visita serão definidas em coordenação com Amã. A tensão entre o Hamas e a facção Fatah, de Abbas, atingiu um auge neste mês, quando o presidente convocou eleições antecipadas, que o Hamas qualificou de golpe.