O primeiro-ministro irlandês, Brian Cowen, descartou nesta quinta-feira apresentar sua renúncia como líder do partido governista Fianna Fáil (Republicano), mas reconheceu que tratará este assunto com importantes funcionários da legenda nos próximos dias.
Assim comunicou Cowen ao bloco parlamentar do partido durante um encontro marcado nesta quinta-feira pelos rumores que indicavam que alguns deputados estavam dispostos a apresentar uma moção de censura contra o “Taoiseach” (primeiro-ministro).
Embora não tenha havido esta iniciativa, a crise econômica que atinge o país e o recente resgate financeiro da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) à Irlanda continuam debilitando a posição de Cowen.
Nos últimos dias, o primeiro-ministro também se viu obrigado a dar explicações sobre as reuniões secretas que manteve com banqueiros irlandeses no começo da crise, difundidas agora graças à publicação de um livro de dois jornalistas de Dublin.
Segundo a versão dos autores, Cowen se reuniu para jogar golfe com Sean Fitzpatrick, ex-presidente do Anglo Irish Bank, então a terceira maior entidade financeira do país, em julho de 2008, três meses antes de o Governo garantir todos os depósitos dos principais bancos nacionais.
O “Taoiseach” confirmou que aquele encontro de fato ocorreu, mas negou que ambos tenham discutido a situação do Anglo Irish Bank, cuja dívida e posterior colapso acelerou, em dezembro passado, a intervenção internacional nas finanças irlandesas.
Teresópolis, com 137,5 mil habitantes e a 96 quilômetros do Rio de Janeiro, foi batizada com esse nome em homenagem à imperatriz Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II, e se destaca pelas paisagens do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, uma reserva de 10,5 mil hectares conhecida pelo Dedo de Deus, um pico de 1.692 metros.
A cidade, em que foram contabilizados até agora 161 mortos, foi criada em 1821 a partir de uma fazenda modelo fundada pelo inglês George March.
Petrópolis, com 286.348 habitantes e a 68 quilômetros do Rio, foi fundada em 1843 por ordem de D. Pedro II, que construiu um palácio na montanha para fugir do calor do verão no Rio de Janeiro.
A cidade também foi ocupada inicialmente por imigrantes europeus, já que o império contratou 238 trabalhadores alemães para construírem tanto o Palácio Imperial como outras casas desta cidade, onde nos últimos três dias morreram 39 pessoas pelas chuvas.